segunda-feira, 31 de maio de 2010

Ataque de Israel a frota humanitária à Gaza só aumenta a tenção no mundo

Guia global

A ação de Israel contra a frota humanitária a Gaza só aumenta a tenção no mundo. Acontece principalmente num momento crucial que é a questão nuclear do Irã e conflito entre as Coréias. Situação essa que desestabiliza qualquer esforço democrático e de negociações para a manutenção da paz na região e coloca em descrédito a própria diplomacia israelense no mundo.
É preciso uma ação punitiva por parte da ONU para que situações assim não se repita e que prossiga as negociações de paz para a região a tanto atingida pela violência de forma deliberada.

Na ONU, Israel acusa frota de romper bloqueio e defende soldados


Manifestação na França contra Embaixada de Israel

( Zero Hora) Israel assegurou hoje, perante o Conselho de Segurança da ONU, que os navios com ajuda humanitária buscavam romper o bloqueio a Gaza e que os ativistas a bordo atacaram os soldados, que responderam em legítima defesa.
— Os seis navios da flotilha tentaram romper o bloqueio marítimo de Israel a Gaza. Essa flotilha não estava só em missão humanitária — defendeu o embaixador adjunto de Israel na ONU, Daniel Carmon, que participou da reunião convocada hoje a pedido de turcos, libaneses e palestinos.
O diplomata israelense mencionou várias vezes declarações publicadas na imprensa dos organizadores da operação, como as de Greta Berlin, uma das porta-vozes da missão humanitária.
— Greta Berlin disse na semana passada que o objetivo não era só levar ajuda humanitária, mas também romper o bloqueio — assinalou o representante de Israel.
— Não eram ativistas, nem mensageiros da paz, mas cinicamente se serviram dessa denominação para tentar romper o bloqueio marítimo — acrescentou Carmon, para quem "o bloqueio é legítimo".
Além disso, qualificou a organização turca IHH de ser um grupo de radicais antiocidentais que apoiam o Hamas e que têm, entre eles, elementos jihadistas próximos à Al Qaeda.
Segundo ele, "não há crise humanitária em Gaza", e o próprio coordenador especial da ONU para o Oriente Médio, Robert Serry, disse que houve avanços recentemente.
Já o representante palestino perante a ONU, Riad Mansour, pediu uma resposta firme do Conselho de Segurança perante o que qualificou de "massacre", e pediu que os responsáveis sejam levados à Justiça.
O chanceler turco, Ahmet Davutoglu, que participou dos debates no conselho, qualificou o incidente de "assassinato realizado por um Estado" e exigiu ao Governo Benjamin Netanyahu que peça desculpas imediatas pelo ocorrido.
Davutoglu pediu também a abertura urgente de uma investigação internacional, assim como uma ação legal "contra os autores e as autoridades responsáveis", além do fim do bloqueio a Gaza.
Já o embaixador adjunto dos Estados Unidos na ONU, Alejandro Wolff, ressaltou que Washington espera "uma investigação crível e transparente", ao tempo que pediu ao Governo Netanyahu que abra também sua própria avaliação oficial do caso.








Brasileira estava em frota atacada por Israel

Google imagens

Cineasta Iara Lee participou de comboio de ajuda humanitária a Gaza atacada pelo Exército israelense

A brasileira Iara Lee estava em um das embarcações que integravam a frota de ajuda humanitária a Gaza atacada por Israel nesta segunda-feira, segundo informou o Itamaraty. Ainda não está claro se ela é ou não umas das nove vítimas.
Em nota, o Itamaraty afirmou que o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, determinou que fossem tomadas "providências imediatas" para a localização da brasileira.
O embaixador de Israel no Brasil está sendo chamado ao Itamaraty "para que seja manifestada a indignação do governo brasileiro com o incidente e a preocupação" com a situação de Iara Lee, que falou sobre o risco da missão em um artigo publicado no site americano “The Hills” na última terça-feira (25).

Ultimo Segundo

Brasil condena ataque a comboio humanitário por Israel.



O governo brasileiro demonstrou nesta segunda-feira "choque e consternação" com o ataque de Israel a um comboio de navios que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza, e chamará o embaixador israelense no Brasil para manifestar "indignação" com o incidente.
O Ministério das Relações Exteriores afirmou que o representante de Israel será chamado e que o governo brasileiro expressará também preocupação com a cineasta brasileira Iara Lee, que estaria na frota atacada.
"Com choque e consternação, o governo brasileiro recebeu a notícia do ataque israelense a um dos barcos da flotilha que levava ajuda humanitária internacional à Faixa de Gaza", afirmou o Itamaraty em nota.
"O Brasil condena, em termos veementes, a ação israelense, uma vez que não há justificativa para intervenção militar em comboio pacífico, de caráter estritamente humanitário".
A chancelaria brasileira defendeu, mais uma vez, o fim do embargo imposto por Israel à Faixa de Gaza, que limita o acesso de alimentos, remédios e produtos ao território palestino.
No incidente desta manhã, ao menos 10 ativistas pró-palestinos foram mortos quando soldados israelenses atacaram um comboio de navios que levava ajuda humanitária a Gaza.

Fonte: Reuters

A turnê do Aerosmith pelo Brasil, encerrada neste sábado


Vocalista do Aerosmith foto: MRossi

Shows no Brasil mostram que brigas e problemas de saúde foram superados pela banda


A turnê do Aerosmith pelo Brasil, encerrada neste sábado com uma performance em São Paulo, aconteceu logo após um dos momentos mais conturbados da história da banda. No ano passado, o vocalista Steven Tyler, o guitarrista Brad Whitford e o baixista Tom Hamilton tiveram problemas de saúde que provocaram cancelamento de shows. O pior veio no início deste ano: o guitarrista Joe Perry confirmou que estava procurando um novo cantor para a banda. O motivo nunca foi esclarecido. Aparentemente, Perry pretendia iniciar uma nova turnê mundial, e Tyler preferia entrar de férias. O guitarrista venceu a queda de braço: quando tudo levava a crer que o Aerosmith iria acabar (ou, pelo menos, ir em frente desfalcado), o grupo anunciou sua nova turnê. Com Tyler nos vocais.
Com tantos problemas recentes, a expectativa para os dois shows no Brasil - antes de tocar em São Paulo, o grupo havia passado por Porto Alegre - não era das melhores. Mas foi aí que o Aerosmith mostrou uma de suas características mais marcantes: o poder de recuperação. O grupo, afinal, tem um histórico de altos e baixos invejável, sem contar os inúmeros conflitos internos e problemas com drogas. E, mesmo assim, estão juntos há quase quarenta anos. Não seria dessa vez que eles iriam desistir.
O show foi praticamente uma retrospectiva dessa longa história. Estavam lá as canções dos primeiros discos, lançados ainda nos anos 70 (em especial músicas do disco Toys in the Attic, de 1975, como "Walk This Way", "Sweet Emotion" e a faixa título), amostras do retorno às paradas dos anos 80 ("Love in an Elevator", "What It Takes") e muitas músicas do superestrelato da década de 90 (caso das baladas "Crazy" e "Cryin'", tocadas uma seguida da outra). A quantidade de sucessos do grupo é tão grande que ele se deu ao luxo de deixar de fora um de seus maiores hits, "I Don't Wanna Miss a Thing". A faixa havia sido tocada em Porto Alegre, mas foi ignorada em São Paulo.


Ultimo Segundo

Israel ataca frota de ajuda humanitária a Gaza e mata 'pelo menos 10 pessoas'


Protesto pelo ocorrido

Israel atacou nesta segunda-feira, 31, um grupo de seis navios que transportava mais de 750 pessoas com ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, deixando mais de dez pessoas mortas, segundo o Exército israelense. A ação foi condenada por vários países e organismos internacionais, principalmente entre as nações árabes Israel defendeu sua ação, argumentando que ativistas armados atacaram soldados israelenses enquanto eles eram levados de helicóptero para o convés de um navio. O Exército de Israel afirmou que a arma de um de seus soldados foi tomada e usada para atacar os próprios militares do país. Ainda segundo o Exército israelense, ficaram feridos pelo menos 12 ativistas e 10 militares israelenses.
A emissora de TV israelense Channel 10 citou 19 passageiros mortos e 36 feridos. Um porta-voz militar israelense disse que não estava claro quem havia disparado primeiro.
Esse ataque pode inflamar as tensões por todo o Oriente Médio - nações árabes e funcionários palestinos condenaram fortemente a ação israelense. A Turquia também reagiu duramente. Ancara apoiava publicamente a flotilha, que incluía embarcações turcas. O Ministério das Relações Exteriores da Turquia divulgou comunicado, acusando Israel de violar a lei internacional e descrevendo as ações desse país como "inaceitáveis". O país exigiu uma explicação.
O ataque ocorreu na madrugada desta segunda-feira, em águas internacionais no Mar Mediterrâneo, a 128 quilômetros da Faixa de Gaza. A União Europeia pediu uma investigação abrangente sobre o incidente. Antes da partida dos barcos, os organizadores da flotilha haviam informado que vários parlamentares europeus integrariam a frota humanitária, mas não está claro se algum desses políticos está entre as vítimas.

Fonte: Estadão

domingo, 30 de maio de 2010

Importância do instinto e o inconsciente dentro da vontade, liberdade e amor.

Imageshack

Os instintos são visíveis quando são exercitados, ou seja, quando recebem um estimulo, eles nascem como uma reação natural a determinado acontecimento. Já inconsciente é uma espécie de comando escondida na parte mais escondida da nossa atividade mental.
Não estou querendo comparar um ser humano com um pato, mas vejamos o exemplo de um para melhor compreendermos: um pato nunca tendo pisado na água, mas ao entrar em contato com ela logo começa a nadar, neste caso aconteceu que o instinto se manifestou por resultado de um estimulo. O pato no caso do nosso exemplo precisar nadar, pois aquela situação traz risco e ameaça a sua sobrevivência.
Por conta disso penso em uma relação entre instinto e inconsciente, como já falamos o inconsciente está localizado em uma área da nossa consciência muito obscura e profunda, que de vezes em vezes se manifesta. Relacionado aos instintos creio que ele sendo estimulado, torna-se então uma manifestação do inconsciente, a meu ver os instintos são reações e informações armazenadas nas profundezas da nossa consciência, que em determinadas situações e necessidades é possível perceber sua presença nas ações e gestos do individuo.
Se olharmos de forma específica, ficaremos sabendo, ou melhor, perceberemos uma diferença. O inconsciente já é parte de nós desde o nascimento. Diferente dos instintos que raramente te se manifesta, sendo que algumas vezes venham a acontecer com certa maturidade, e claro sem esquecer que muitas vezes o instinto tende reter algumas manifestações do inconsciente para evitar um sofrimento futuro do individuo.

I - A importância dos instintos e o inconsciente

A consciência requer da pessoa um saber de. Esse saber de, é de se mesmo da sua capacidade de tomar iniciativas de inventar, transformar, buscar e decide. Todos esses pontos são marcantes para o ser humano, pois cada ação requer uma atividade consciente, ou seja, uma atividade da consciência.
Existem claro, três grandes pontos que se unem dentro da vida do ser humano para que possa tomar essas iniciativas, que conhecemos por vontade, liberdade e amor. O ser humano é único e indivisível não é possível dividi-lo só em vontade em liberdade ou amor.

II - vontade

O homem além do apetite sensitivo é dotado também e especificamente de um apetite intelectivo. A este ultimo chamamos de vontade. Essa vontade pode ser influenciada muito bem pelos instintos e o inconsciente, sendo que se tratando deste apetite intelectivo, muitas vontades do homem ficam reprimidas e por isso de tempos em tempos aparecem, pois estavam guardadas. As vontades também precisam ser pautadas pela razão, ou seja, precisam passar por uma avaliação da consciência.
A vontade humana é dotada das seguintes propriedades. Humana: a vontade é do homem. Mundanidade: é constantemente voltada para o mundo. Volubilidade: não é concentrada constantemente sobre o mesmo objeto, mas muda e se dirige para o diverso com extrema facilidade. Alienação: a vontade descobre-se em querer coisas que não deveria querer. Conformismo: adapta-se facilmente ao que querem os outros, os espetáculos, a moda os costumes. Transcendência: quer também as coisas espirituais e por ultimo a liberdade que reivindica para se, todos esses elementos tem sua importância para a procura da verdadeira natureza da vontade do homem.

III - A liberdade

Ao falarmos da liberdades e da sua relação com os instintos e o inconsciente vamos lembrar de alguns elementos importantes. Na visão da antropologia filosófica a liberdade é vista com ausência de constrangimento, mas se pensarmos melhor poderemos distingue vários tipos de liberdade, que são: liberdade física, liberdade moral, liberdade psicológica, liberdade política e liberdade social.
Quando me refiro a minha capacidade de fazer alguma coisa, cumprir ou não um ação, estou usando minha liberdade psicológica, por que através das minhas capacidade eu decido ou não que ação quero realizar e como vou realizar, exerço total domínio no que vou fazer, sendo que os comandos sobre minhas ações é única e exclusivamente das minhas capacidades intelectivas.
Outras formas de liberdade como já citei anteriormente não estão isentas a interferência dos instintos e do inconsciente, pois não estão livres da pressão que vem do interior. Os instintos e o inconsciente fazem parte de um grande todo que é a consciência. A liberdade também é parte deste todo. Logo se existem no mesmo espaço (consciência), sofrerá sem duvidas interferências, às vezes direta ou indireta.
Ao pensar na liberdade é valido lembra de J. P Sartre, quando ele afirma que “o homem está condenado a ser livre”. Podemos observar que muito sendo em nossa história de vida somos chamados a fazer sempre escolhas querendo ou não, é absolutamente impossível não escolher, na sua liberdade o indivíduo é chamado a escolher. Se olharmos, os limites para a liberdade somente ela pode dar, mas se pensarmos na ação dos instintos e o inconsciente já citado anteriormente nos levará a pensar assim como o inconsciente nasce conosco, a liberdade também.
A observa a juventude e seus impulsos, veremos o uso da liberdade de forma totalmente inconsciente e neste caso nem os instintos que muitas vezes vem para reter essa ação inconsciente, nada podem fazer. As ações não são pensadas, do jeito que surge na consciente é praticada e muitas vezes causam grande desastre.
Um instinto natural do homem é a liberdade, pois se um ser humano se ver preso ele irá lutar com todas as forças para se libertar e só mente dele, os animais irracionais também são assim.

IV - O amor

O amor é a ultimas destas três partes integrantes do homem. Ao longo dos tempos muitos pesadores estudaram e buscaram explicar essa dimensão que somente o ser humano pode possuir. A vontade de estudar essa de menção sempre foi conduzida pelo fascínio e a contemplação da sua ação na vida das pessoas e de como elas são transformadas por ele.
O amor tem sido trabalhado e renomeado. O cristianismo o chamou de ágape e outros como os gregos o chamou de eros, alguns pensadores vieram dizer que o amor seria a desgraça do homem, pois traria para eles a distração, ou seja, o distanciamento do que deveria ser realmente contemplado o conhecimento, mas não podemos limitar o amor ao eros, pois assim estaremos caindo num grande erro. Na visão cristã o amor é caridade e por isso que afirma que o próprio Deus ama.
Os instintos e o consciente e a relação com o amor, vejo que não é aceitável a visão de Freude que reduz o amor aos instintos, mas precisamos entender que o amor é entendido de muitas formas.
Portanto, há então a necessidade da consciência. O amor é um processo de alto conhecimento não é um engano pensar que para amar é preciso aprender a amar. Lembremos então da vontade e da liberdade. O amor tende a, e esse tender a, é guiado pela vontade e liberdade, pois para se ter vontade de amar é preciso ter, possui liberdade que é uma escolha quase nunca inconsciente, a momentos que alguns indivíduos são capazes de amar ou praticar o amor, às vezes é mais uma ação instintiva, mas quando se refere ao instinto não é amor está mais para as paixões pelo seu caráter mais desordenado e tão inconsciente.



Luciano Sá Ribeiro

Felicidade na relação


Google imagens

Muitos de nós aprendemos a crer no início da vida que outras pessoas determinam nossa felicidade.  Podemos aprender a viver por essa crença antes de aprender a falar ou andar. Esta é a primeira crença falsa criamos sobre nossos relacionamentos.  Podemos encontrar uma pista para isso no nosso subconsciente para trás os comentários que fazemos, como "ele / ela me faz tão feliz."
 A verdade é que você se faz feliz.  Você provavelmente só não sei mais. No meio da experiência da vida perdemos a noção de como nós nos tornamos infelizes e quem é responsável.  Criamos tantas  reações emocionais ao longo dos anos que nós nos tornamos familiarizados com o modo de nos fazer felizes. Quando voltamos para a idéia de que nós nos fazer felizes, pode até parecer estranho.
Pode tornar-se difícil acompanhar o que as emoções são reações e expressões que são autênticos. Há uma outra pessoa que muitas vezes pode parecer que ser responsável quando reagimos. Nós interpretamos este caminho parece ser tão verdadeiro.  Mas existe outra possível causa para a nossa emoção.  Tenha uma escuta e reflexão sobre este ponto de vista do outro.
Nós podemos ver com clareza a dinâmica do amor na criação da felicidade no relacionamento. Ele também coloca em perspectiva o papel da responsabilidade e do poder de acordos na área das emoções.  Com esta consciência, podemos acabar com todas as culpas e busca de avarias.  Então é hora de começar com o trabalho real, encontrar e alterar as crenças falsas que nós usamos como desculpa para não expressar o nosso amor.
Nós nunca esquecemos a forma de expressar o nosso amor. Acabamos de tornar-se tão apanhados em julgamentos, opiniões e raciocínios que não tomar o tempo para fazê-lo.

Segundo falsa crença que nós criamos em nossas relações

Uma vez que o paradigma da falsa crença central é estabelecida, nossa mente começa a construir outras crenças falsas.  Uma das crenças falsas seguinte é: "Eu vou ser infeliz sem você. Nossa mente associa esta pessoa deixando-nos com a infelicidade, tristeza, raiva e solidão. Em nossa mente todas essas emoções dolorosas são associados com alguém rejeitar nós. Para evitar estas emoções dolorosas que podem permanecer em um relacionamento que é infeliz, ou tornar-se o controle de outra pessoa, então eles ficam.  Em ambos os casos as nossas crenças são falsas determinar as nossas decisões e comportamentos. Esses comportamentos são motivados pelo medo de sentir uma dor emocional de estar sozinho. Na realidade não há uma dor de estar sozinho, mas há uma crença de que é doloroso. O medo da rejeição e do medo de estar sozinho unidade más decisões nos relacionamentos. Estes temores se baseiam em crenças que não são verdadeiras. Essa crença é vivida em nosso comportamento quando hesite em perguntar a alguém para dançar ou para fora em uma data.  Esta crença também vive em comportamentos de ciúme e insegurança.

 Terceiro falsa crença que nós criamos em nossas relações

Se estamos com medo de estar sozinho, mudamos o nosso comportamento para ganhar a atenção de uma pessoa para obter seu amor. Nós também mudar o nosso comportamento de forma a evitar a rejeição ou até mesmo o julgamento de outras pessoas. Podemos ter feito estas modificações por tanto tempo que eles se tornaram uma parte "normal da nossa personalidade e são difíceis de ver.  Ao modificar-nos para alguém nos tornamos autênticos.  Fingimos ser felizes, porque as pessoas não vão gostar de nós ou se quiser ficar conosco, se estamos infelizes. Nós esconder aspectos de nós mesmos por medo de que outros nos julgarão.  Podemos associar as suas decisões como a rejeição que vai nos deixar sós. Para compensar, colocamos uma máscara para eles. Podemos desempenhar o papel de herói ou sair do caminho para agradar as pessoas para ganhar seu favor.
Podemos identificar as crenças falsas como estas se escondendo atrás de pensamentos semelhantes."Se eles realmente me conhecer, então eles não gostam de mim." Tornamo-nos autênticos e falsos, a fim de evitar as emoções dolorosas que nós associamos com o ser rejeitados ou julgados. Mas as emoções dolorosas que nós associamos com ficar sozinho são baseadas em crenças falsas.  Essas crenças secundário nunca iria ficar sem a crença falsa primeiro que as outras pessoas nos fazem felizes.Quando rompemos a crença primeiro núcleo é como puxar o cartão fundo da casa de cartas.  As outras crenças falsas e comportamentos inautênticos cair facilmente. Quando isso acontece deixamos de nossos medos. Fica mais fácil expressar o amor e ser feliz novamente.

Fonte: Patway to happiness

Navegadores a vista

Google imagens

Enquanto a Microsoft prepara o lançamento do Intenet Explorer 9 o Google Chrone está com sua versão 6.0 Nova versão do Chrome traz tradução automática enquanto você navega. O Ópera promete maior velocidade com sua nova versão.Experimente o novíssimo Opera, que promete ser até oito vezes mais rápido do que antes. Teremos portanto um ano cheio de nvoidades com os novos navegadores porque os demais não vão ficar para traz e logo estarão com suas novas versões. Bom para o usuário que possa desfrutar de melhorias das tecnologias de navegação.

Fonte: baixaki

Cientistas resolvem mistérios de Marte com décadas


Google imagens

Novos dados da sonda de reconhecimento de Marte (Mars Reconnaissance Orbiter) ajudaram os cientistas a resolver mistérios com várias décadas e a recolherem novas informações acerca das mudanças climáticas no planeta, de acordo com um comunicado da NASA.
Os cientistas conseguiram reconstruir a formação de duas características no norte do planeta: várias espirais e um abismo gigantesco. Os dados recolhidos pelo SHARAD (instrumento da sonda) permitiram a análise da camada de gelo no pólo norte do planeta.
Na Terra, as grandes placas são formados pelo fluxo de gelo, mas em Marte são pilhas de gelo e camadas de poeira que podem ir até três quilómetros de profundidade, numa área ligeiramente maior que o Texas. No computador, os cientistas puderam observar como as camadas evoluíram ao longo do tempo.
Um dos aspectos mais distintos no pólo norte é a Chasma Boreale, uma depressão tão grande como o Gand Canyon, mas mais profunda. O estudo indica que esta depressão se formou com a acção do vento ao longo de milhões de anos.
As placas de gelo não são compostas por camadas planas, mas sim camadas com diferentes espessuras e orientações, que registam o histórico de acumulação de gelo, erosão e acção do vento.
«Os fenómenos anómalos ficaram sem explicação durante 40 anos porque não conseguíamos ver o que estava abaixo da superfície. É muito gratificante que, com este novo instrumento, possamos finalmente ter explicações», afirmou o cientista Roberto Seu.

Fonte: iol.pt




EM 2010, MILTON CANTA GRANDES SUCESSOS EM APRESENTAÇÕES AO VIVO


Google imagens

Após percorrer várias cidades do mundo em 2009 com o show Novas Bossas - feito a partir do repertório gravado no disco em parceria com o Trio Jobim - e da turnê europeia com o grupo francês Belmondo, Milton Nascimento, que também esteve numa série de apresentações com sua banda nos EUA (incluindo Carneggie Hall), está priorizando os eventos em território nacional para 2010. E os primeiros shows neste formato foram realizados no mês de abril, durante o Viradão Cultural Carioca, num evento aberto ao público que contou com a presença de quase 20 mil pessoas, e também na festa do Dia do Trabalhador, no Memorial da América Latina, em São Paulo, no dia 1 de maio.
E todas as apresentações seguindo este formato estão recheados de grandes clássicos de Milton em todos os tempos: Maria, Maria, Canção da América, Paula e Bebeto, Bola de Meia, Bola de Gude, Lília, Travessia, Caçador de Mim, Certas Canções, Caxangá, entre outras. E ainda neste primeiro semestre, Milton vai fazer apresentações em cidades onde não faz shows há muitos anos, como Goiânia (GO) e Campo Grande (MS). “Eu adoro fazer shows no Brasil, principalmente em lugares abertos, como está acontecendo ultimamente. E é muito bom este tipo de show onde o povo todo pode ir para conhecer não só os sucessos, mas também as coisas novas. Pois eu estou gravando um disco e, quando ele ficar pronto, a gente também vai misturar com os sucessos que já são conhecidos do público. E tocar aqui é uma alegria muito grande, pois eu devo isso ao Brasil. E eu quero voltar a fazer as coisas que a gente fazia na época em que eu viajava o Brasil inteiro com os estudantes, passando principalmente em cidades pequenas. E começar a fazer isso outra vez é muito bom”, declarou Milton, numa entrevista feita no dia 4 de maio para o seu Site Oficial.

Fonte: Site do Milton Nascimento


Certas Canções


Certas Canções


Milton Nascimento

Composição: Tunai/ Milton Nascimento

Certas canções que ouço
Cabem tão dentro de mim
Que perguntar carece
Como não fui eu que fiz?


Certa emoção me alcança
Corta-me a alma sem dor
Certas canções me chegam
Como se fosse o amor


Contos da água e do fogo
Cacos de vidas no chão
Cartas do sonho do povo
E o coração pro cantor
Vida e mais vida ou ferida
Chuva, outono, ou mar
Carvão e giz, abrigo
Gesto molhado no olhar


Calor que invade, arde, queima, encoraja
Amor que invade, arde, carece de cantar

sábado, 29 de maio de 2010

Sanções ao Irã são beco sem saída e gerariam confrontos, diz Nobel

Google imagens

O ex-diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) Mohamed ElBaradei, Nobel da Paz em 2005, não escondeu a sua satisfação com o acordo sobre a troca de combustível nuclear mediado pelo Brasil e pela Turquia em Teerã no último dia 17, em entrevista concedida com exclusividade ao Jornal do Brasil. Para o ex-diplomata egípcio, a decisão do governo iraniano de firmar a declaração representa um ponto de partida para a ampliação das negociações sobre o programa nuclear iraniano.

ElBaradei, 67 anos, diz que se surpreendeu com a reação de alguns países ao afirmarem que continuariam com o projeto de sanções ao Irã. Neste sentido, alerta: "Esta insistência em se conseguir tudo antes de começar a negociar é a razão pela qual desperdiçamos seis anos na questão iraniana. Sanções levam a um beco sem saída, e novos confrontos virão".

O senhor se surpreendeu quando o Irã aceitou assinar a Declaração de Teerã coordenada por Brasil e a Turquia?

Não me surpreendi nem um pouco. Estive envolvido nessas negociações durante muitos anos, quando ainda era o diretor-geral da AIEA, cargo que ocupei até novembro do ano passado. Sempre considerei que o diálogo é a única verdadeira solução para o programa nuclear iraniano, e fico feliz que o Irã tenha firmado o acordo através dos bons ofícios da Turquia e do Brasil. Mesmo depois de ter deixado a agência atômica, mantive contato com Celso Amorim e o ministro das Relações Exteriores da Turquia, encorajando-os a prosseguir nos seus esforços.
O que me surpreendeu foi a reação de alguns países de afirmar que continuariam com o projeto de sanções ao Irã. Se Teerã retirar mais da metade do seu material nuclear do país e enviá-lo à Turquia, isso será claramente um esforço de construção de confiança e revelará as intenções do Irã de cooperar. O combustível que permanecerá no país estará seguro, sob salvaguardas da AIEA, e não há absolutamente nenhuma ameaça iminente de que o Irã irá desenvolver uma bomba a partir deste material. O acordo deve ser compreendido como uma medida de confiança inicial, um passo à frente dado pelo Irã, que decidiu finalmente estender a sua mão e dizer que está pronto para negociar.
Alguns meses atrás, em setembro, Obama afirmou que estava pronto para negociar com o Irã sem condições prévias. Agora, o Irã respondeu, e eu esperava que a oferta seria vista como um ponto de partida para as negociações. É claro que há uma série de outras questões não resolvidas, como, por exemplo, a razão de o Irã continuar a dizer que vai enriquecer urânio a 20% mesmo depois de receber o combustível necessário para o seu reator de pesquisas. Mas todos nós sabemos que estas questões só serão resolvidas através do diálogo. Decidir prosseguir com as sanções mesmo depois deste acordo seria totalmente contraproducente. É como não aceitar o sim como resposta.
Em qualquer negociação, nunca conseguimos tudo o que queremos no início. Esta insistência em se conseguir tudo antes de começar a negociar é a razão pela qual desperdiçamos seis anos na questão iraniana. Espero que os países que ainda insistem em adotar sanções repensem a sua posição. Sanções, em minha opinião, levam a um beco sem saída, e novos confrontos virão.

Fonte: Terra

Morre o ator e diretor Dennis Hopper


Google imagens

Nasceu em 17 de Maio de 1936, morreu 29 de Maio 2010
O ator e cineasta americano Dennis Hopper, diretor de "Sem Destino" ("Easy Rider" - 1969), morreu neste sábado aos 74 anos vítima de câncer de próstata, após uma carreira de mais de 50 anos que abrangeu desde o cinema até a fotografia e a pintura.
Apesar da sua doença, Hopper assistiu no dia 26 de março a cerimônia em sua honra para receber uma estrela na calçada da Fama de Hollywood. Na ocasião, esteve acompanhado pela sua família e por seus colegas Viggo Mortensen e Jack Nicholson.
"Tudo o que aprendi em minha vida foi com vocês e com o maravilhoso mundo por onde viajei", disse então Hopper. "Este tem sido o meu lugar e minha escola. Eu amo a todos vocês. Só tenho a agradecer. Isto significa muito para mim, muito obrigado a todos".
Seu médico, David Agus, informou em documentos judiciais que o ator pesava 45 quilos e era incapaz de manter diálogos longos, condições que ficaram evidentes durante a festa de entrega de sua estrela em Hollywood.
No momento de sua morte, o ator atravessava um duro processo de divórcio com sua quinta esposa, Victoria, com quem estava casado há 14 anos e teve uma filha, hoje com sete anos. O advogado do ator,
Joseph Mannis, havia informado no final de março que Hopper estava na fase terminal do câncer de próstata e que não estava em condições de atender às exigências da ex-esposa, de quem se divorciou em janeiro de 2010, pouco depois de divulgar sua enfermidade e o tratamento de quimioterapia.
Nascido em 17 de maio de 1936 no Kansas, Hopper atuou pela primeira vez na televisão em 1955, ano em que estreou na grande tela com "Juventude Transviada" ("Rebel without a cause"). Voltou a atuar ao lado de James Dean no ano seguinte em "Gigante" ("Assim caminha a humanidade"), seguindo com papéis secundários fundamentais na televisão.
Em 1969, co-escreveu e dirigiu "Sem Destino", onde também atuou e garantiu sua primeira indicação ao Oscar, pelo Melhor Roteiro. Por este longa-metragem obteve o prêmio de melhor estreia como diretor no Festival de Cannes.
Depois de uma década marcada pelo alto consumo de álcool e drogas, durante a qual teve um notável papel em "Apocalypse Now" (1979), seguido de "O Selvagem da Motocicleta" ("Rumble Fish"- 1983) e "O casal Osterman" ("The Osterman Weekend" - 1983), o ator voltou a ganhar reconhecimento com "Veludo Azul" ("Blue Velvet") e "Momentos Decisivos" ("Hoosiers"), ambos de 1986 , filme que valeu a ele uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
Dos oitos longas-metragens que dirigiu destacam-se "As cores da violência" ("Colors" - 1988), "Atraída pelo Fogo" ("Catchfire"- 1990) e "Homeless" (2000).
Longe de aposentar-se, nos últimos anos, o ator veterano ganhou papel principal na série de televisão "Crash" (2008 e 2009) e trabalhou em 2009 na comédia "The last film festival", que vai estrear este ano.
Apesar de sua prolífica carreira cinematográfica ser geralmente mais conhecida, antes de filmar "Sem destino", Hopper já havia feito suas primeiras incursões pela pintura, somando-se ao expressionismo abstrato e convertendo-se em colecionador de arte contemporânea americana, com obras de André Basquiat, Andy Warhol, Robert Rauschenberg e Roy Lichtenstein.
Depois de um incêndio em 1961, que consumiu quase toda a sua produção, o artista se voltou para a fotografia em preto e branco, retratando atores de Hollywood e também a nova geração de artistas pop.
De convicções republicanas, nas últimas eleições Hopper havia se pronunciado publicamente a favor do presidente democrata Barack Obama.


AFP


10 grandes álbuns ao vivo da história do rock

Nos últimos meses, o Brasil recebeu os shows de três das maiores bandas da história do rock pesado: Deep Purple, Iron Maiden e Kiss. Coincidentemente, estas mesmas três bandas têm em seu currículo álbuns gravados ao vivo que, constantemente, podem ser encontrados em qualquer lista dos melhores “live albums” da história (respectivamente: “Made In Japan”, “Live After Death” e “Alive!”), e que registram pontos cruciais na carreira de cada uma delas. Vale a pena então viajar um pouco no tempo e recapitular um pouco
sobre estes e sobre outros grandes clássicos que também fizeram história.

O ano era 1972. O Deep Purple estava no auge de sua carreira, graças principalmente à mudança de estilo que coincidiu com a mudança em sua formação três anos antes, com a entrada de Ian Gillan nos vocais e Roger Glover no baixo. A musicalidade da banda fluiu como nunca, incorporando peso e técnica na medida certa. Em pouco tempo, a banda havia lançado uma obra prima após outra: “In Rock” (1970), “Fireball” (1971) e, principalmente, “Machine Head” (1972). E durante a tour deste último, no Japão, foram registrados, pelo engenheiro de som Martin Birch, quatro shows que serviriam de base para um álbum ao vivo. Da primeira apresentação quase nada se aproveitou, dada a timidez dos músicos com o fato de estarem sendo gravados. Tal timidez desapareceu na segunda noite, e a perfomance elétrica de sempre tomou conta do palco. Nascia “Made In Japan”, que inicialmente seria lançado apenas em terras nipônicas, mas dada a qualidade inegável das gravações, acabou sendo lançado também no resto do mundo para a felicidade geral da nação rockeira. Versões arrasadoras de “Child In Time”, “Highway Star”, “Lazy” e, principalmente, “Smoke On The Water” ajudam a compor este, que na opinião de muitos especialistas, é o álbum ao vivo definitivo na história do rock and roll. A versão mais recente em CD traz a adição de “Speed King”, “Black Night” e a cover de “Lucille”, de Little Richards, servindo para incrementar ainda mais o que já era perfeito.

Três anos depois, era a vez dos americanos mascarados do Kiss tomarem de assalto o cenário. Com três bons lançamentos de estúdio, mas que pouco chamaram a atenção, os quatro resolvem arriscar junto à sua gravadora, e partem para um tudo ou nada: levam os equipamentos de gravação para Detroit, na arena Cobo Hall, e registram seus concertos, tidos como incendiários, para compor o que viria a ser o duplo ao vivo e legendário “Alive!”, sob a tutela de ninguém menos do que Eddie Kramer, lendário produtor de Jimi Hendrix. Ok, hoje em dia todos sabemos da quantidade de “correções” feitas em estúdio pela banda (os famosos “overdubs”), mas ainda assim é inegável a qualidade e a energia das gravações. Destaque para as empolgantes “Nothin’ To Lose”, “Cold Gin”, a grande “Black Diamond” e a versão de “Rock and Roll All Nite”, que cumpriu a função de a transformar em hino. No lançamento da versão em CD, em que não há nenhum “extra”, há de se destacar que o conteúdo caberia em um único disco, mas para não perder o “charme” (leia-se lucro) de ser um duplo ao vivo, optou-se pela versão com dois discos.


Chegamos à década de 1980. O heavy metal vinha ganhando cada vez mais destaque, graças principalmente a grandes nomes como Ozzy Osbourne (em sua fase solo), Scorpions, Judas Priest e Iron Maiden. Após os lançamentos do genial “The Number Of The Beast”, que marcou a entrada de Bruce Dickinson nos vocais, e do ótimo “Piece Of Mind”, o Maiden lança o fantástico “Powerslave”, que marcou o auge da banda, e sua maior turnê até hoje, a “World Slavery Tour”, que rendeu até uma passagem pelo Brasil, no primeiro “Rock In Rio”. Era o momento certo para lançar um duplo ao vivo, e “Live After Death”, de 1985, foi registrado em disco e vídeo, numa sequência de várias noites de ingressos esgotados na Long Beach Arena, na Califórnia. A produção, excelente por sinal, ficou a cargo do já citado Martin Birch, que já trabalhava com a banda desde “Killers”, e o resultado foi o melhor álbum ao vivo da história do heavy metal. A versão em CD, a princípio, vinha com 5 faixas a menos que o vinil: “Wrathchild”, “22 Acacia Avenue”, “Children Of The Damned”, “Die With Your Boots On” e a insuperável “Phantom Of The Opera”, gravadas no Hammersmith Odeon, em Londres, ficaram de fora. Algum tempo depois foi lançada uma versão com 3 faixas a mais (“Losfer Words”, “Murders In The Rue Morgue” e “Sanctuary”, originalmente lançadas como lado B de singles), e, posteriormente, a versão idêntica ao vinil.


Se “Live After Death” foi o melhor da história do metal, em todo o rock, de modo geral, qual seria o melhor de todos os tempos? Conforme dito anteriormente, para muitos, o título fica com “Made In Japan”, do Purple. Mas há pelo menos dois grandes rivais para o posto: “Live at Leeds” (1970), do The Who, e “The Song Remains The Same” (1976), do Led Zeppelin. O primeiro traz o lendário quarteto britânico na turnê do não menos lendário álbum “Tommy”, de 1969, e registrou em apenas um show tudo aquilo que o The Who era capaz, em uma performance, no mínimo, alucinante. Anos mais tarde, já na era do CD, ganhou uma edição estendida, com direito à execução de “Tommy” na íntegra. Outros grandes destaques são as clássicas “A Quick One While He’s Away” (numa versão perfeita), “My Generation”, e a singela “Tattoo”. Conforme dito por Pete Townshend no encarte: “não sei explicar, apenas aconteceu de ser uma performance muito boa”... e põe muito boa nisso! Sem falar que o “lunático” Keith Moon toca tudo redondinho, e John Entwistle quase chega a roubar a cena, com seu baixo absurdamente bem tocado...


No caso do Zeppelin, “The Song Remains The Same” se tratava, na verdade, da trilha sonora do filme lançado pela banda, com o mesmo nome. E o que temos no vinil são algumas das grandes canções de sua história, ora em versões excelentes (como “Rock and Roll”, o hino “Stairway to Heaven” e “Dazed and Confused”), ora em versões que poderiam ser melhores (como a faixa título, ou mesmo “The Rain Song”). Muitos reclamaram que o álbum não chegou a retratar fielmente o poder de fogo que o Led tinha ao vivo, e, de fato, com o lançamento mais recente do excepcional “How The West Was Won”, isso fica comprovado. Mas foi um marco, virou clássico absoluto (afinal, mesmo com algumas ressalvas, é um excelente trabalho) e recentemente, na versão comemorativa e estendida, ganhou faixas a mais que o enriqueceram e aperfeiçoaram: temas como “Black Dog”, “Since I’ve Been Lovin’ You” e “The Ocean”, mostram-se mais uma vez clássicos incontestáveis, que jamais poderiam ter ficado de fora do original (que fosse lançado um vinil triplo, ora...).


 
Nenhum dos trabalhos destas grandes bandas citadas até agora, entretanto, atingiu o feito conseguido por um artista solo, oriundo de uma banda de hard rock da virada dos anos 1960/1970. Oriundo do Humble Pie, o guitarrista e vocalista Peter Frampton lançou em 1976 aquele que viria a ser o álbum ao vivo mais vendido da história do rock: “Frampton Comes Alive”. A grande curiosidade é que ele, a exemplo do Kiss, vinha de uma carreira mediana em termos comerciais, com bons álbuns de estúdio, mas sem maiores repercussões. Bastou lançar este álbum, com a estratégia de marketing adequada – que incluía até mesmo vendas pelo correio nos EUA, algo inédito até então – e Frampton foi catapultado à estratosfera das maiores estrelas do rock do momento. Sobre o disco em si, trata-se de um grande registro, que traz a clássica “Show Me The Way” (com o famoso “talk box” usado por ele) e a balada “Baby, I Love Your Way” – que tocou à exaustão, diga-se de passagem – em versões definitivas, além de uma bela versão de “Jumpin’ Jack Flash”, dos Rolling Stones.


 
Também a exemplo do Kiss, podemos citar outro grande álbum que foi alvo de críticas e controvérsias, principalmente com relação ao excesso de “overdubs”: “Live And Dangerous” (1977), dos irlandeses do Thin Lizzy. Comandados pelo baixista, vocalista e poeta Phil Lynnott, o Lizzy vinha de uma sucessão regular de bons discos, culminando com os excelentes “Johnny The Fox” e “Jailbreak”. E é da turnê deste último que foram extraídas as gravações deste grande trabalho, produzido por Tony Visconti, parceiro de longa data de David Bowie. “The Boys Are Back In Town” virou clássico nos EUA, como tema dos combatentes da guerra do Vietnã, que à época retornavam para casa. Isso sem falar em “Jailbreak”, “Emerald”, “Rosalie” (excelente cover de Bob Seger), “Massacre” (mais tarde regravada pelo Iron Maiden)... A tour da banda pela América ia a pleno vapor, até que Lynnott adoeceu e a excursão teve que ser abortada. E o Lizzy, infelizmente, nunca mais teve o mesmo sucesso e reconhecimento de público e crítica...


 
Não menos controverso, “Live Killers” (1979), do Queen, foi registrado ao longo da tour européia do álbum “Jazz”, mais notadamente na França. As críticas por parte da mídia especializada desta vez se direcionavam à performance morna da banda em muitas canções, fato contestado pelos fiéis seguidores da banda (dentre os quais, este que vos escreve). Outro ponto foram algumas discussões internas e o perfeccionismo da banda, que acabaram por gerar alguns “overdubs” (sempre eles), probleminhas de mixagem em uma ou outra faixa, e a exclusão de alguns temas até então obrigatórios em todos os shows da banda, como a grande “Somebody To Love”, que só foi ter sua primeira versão ao vivo oficial em disco quando do lançamento do CD “Queen On Fire”, gravado em Milton Keynes em 1982. O álbum foi, contudo, responsável pela versão que todos conhecemos de “Love Of My Life”, que se tornou clássico instantâneo nos shows, especialmente no Brasil. E tem ainda “Bohemian Rhapsody”, “Don’t Stop Me Now”, “Brighton Rock” (incluído aí o solo do grande Brian May), a dobradinha “We Will Rock You”/“We Are The Champions”... Apenas anos mais tarde, após o falecimento de Freddie Mercury, com o lançamento póstumo de “Live At Wembley ‘86”, a banda conseguiu unanimidade entre fãs e crítica...


E os grandes nomes do rock progressivo, que dominaram o cenário dos anos 1970, com seus shows épicos e apoteóticos? Eles não poderiam ficar de fora da lista, correto? Pois bem, os britânicos do Yes, talvez a banda que mais sintetize tudo aquilo que os fãs de progressivo gostam, está presente na lista, com um vinil triplo (sim, eles ousaram!): “Yessongs”, lançado em 1973, e gravado na tour do grandioso “Close To The Edge”. O disco traz Rick Wakeman em sua melhor forma, mostrando porque é considerado o grande mago dos teclados. O resto da banda, obviamente, não deixa por menos e arrebenta tudo. Os destaques são muitos (afinal, temos um disco triplo em mãos): “Heart Of The Sunrise”, “Siberian Kathru”, “And You And I”, “Roundabout”, “I’ve Seen All Good People”, “Starship Trooper” e, claro, “Close To The Edge”. Além dos magníficos solos de Wakeman e Steve Howe. “Yessongs” foi também filmado, obviamente com bem menos canções, e recentemente seu DVD podia ser encontrado até em bancas de jornais.


Outro grande nome do progressivo, embora muitos relutem em rotular a banda, é o Rush. Mesmo já tendo se aventurado pelo terreno na década de 1970, com “All The World’s A Stage”, foi apenas na década seguinte que conseguiram lançar um registro ao vivo antológico: “Exit Stage Left”, cujo título é uma referência ao bordão de um famoso personagem de desenho animado da Hannah Barbera, o Leão da Montanha (no Brasil era “saída pela esquerda...”). Também foi alvo de lançamento em vídeo, com as filmagens feitas em Toronto, no Canadá, de onde vem o trio. Grande parte do sucesso se deve, claro, à qualidade indiscutível dos músicos, em especial do deus das baquetas, Neil Peart, que arrebenta tudo no solo de bateria em “YYZ”. Outros grandes momentos estão em “La Villa Strangiatto”, “Tom Sawyer”, “Freewill”, “The Trees” (com uma bela introdução ao violão – “Broon’s Bane”, de Alex Lifeson) e na grande “Xanadu”. Pena que a produção e mixagem de Terry Brown deixem um pouco a desejar, como pode ser notado especialmente na abertura da clássica “Spirit Of Radio”.

Finalizando, vale ressaltar mais uma vez para o leitor que a presente lista não visa listar os melhores da história. Muitos podem reclamar: “Cadê o “Live Bootleg”, do Aerosmith?”, ou “mas e o “Get Yer Ya-Ya’s Out” dos Stones?”, ou ainda “mas como o “Tokyo Tapes”, do Scorpions ficou de fora?”. Não houve ainda a intenção de fazer uma lista pessoal de favoritos (e aí entrariam “Live In The Heart Of The City”, do Whitesnake, “Tribute”, do Ozzy Osbourne, “Seconds Out”, do Genesis...). O intuito aqui foi apenas relembrar os grandes álbuns ao vivo que marcaram época. Obviamente alguns deles são unanimidade, outros não. Fica então a pergunta para o fórum: quais os seus álbuns ao vivo favoritos na história do rock?


Fonte:http://whiplash.net/

Billboard: Miley Cyrus é capa de revista

Miley Cyrus está na capa da última edição da revista Billboard, especializada em música, e garante que apesar de fazer música pop não é isso que costuma escutar. A jovem cantora de 17 anos falou sobre seu novo CD.

- Eu não ouço música pop, o que realmente é estranho para alguém que faz música, revela.
Em entrevista para a revista, a jovem também falou sobre o seu visual mais sensual e adulto no video Can´t Be tamed.
- Eu não estou lá apenas sentada tentando vender brilho e glamour porque ninguém vive essa vida. Muitas músicas pop são egoístas, mas essa não é, disse.
Miley alcançou a fama com a personagem Hannah Montana, da Disney, e com seu último álbum mostra ao público que não é mais uma criança.
- Eu mudei muito como pessoa. Eu cresci muito, o que acontece com todo mundo, explica.

O pior vazamento de óleo nos estados unidos chega no 40° dia

O vazamento de petróleo no golfo do méxico nos Estados Unidos chega no seu quadragésimo dia. Já tentaram entupir o vazamento com lama mas não deu certo. Agora tentam colocar objetos como bola de golfe, borracha entre outros. Barack Obama visitou parte da área a fetada e disse que eles "não ficarão para traz" ou seja não ficarão sem ajuda.
O Diretor executivo da BP também visitou parte da área atingida.
Engenheiros intesificavam os esforços neste sábado para conter o vazamento de petróleo no Golfo do México, depois que o presidente americano, Barack Obama, criticou as empresas de petróleo, que evitam assumir a responsabilidade pelas falhas.
Ao mesmo tempo que os especialistas destacaram nos últimos dias que a quantidade de petróleo vertida ao mar após o naufrágio da plataforma Deepwater Horizon era muito maior que a estimada, Obama prometeu nesta sexta-feira que não descansaria até que o vazamento seja contido.
Engenheiros da empresa British Petroleum (BP), utilizando robôs submarinos, lutavam para implementar a tática mais recente para conter o vazamento 1.600 metros abaixo da superfície do mar.
O plano é conectar um "tubo de inserção" ao oleoduto para canalizar o petróleo derramado a um navio conteiner na superfície, mas o processo está levando mais tempo que o esperado por causa da profundidade.
O tubo de inserção é considerado mais efetivo que o plano anterior de utilizar uma caixa com um tubo de sifão que seria colocado sobre o buraco para recolher e canalizar o petróleo.
Os especialistas temem que o petróleo pode estar vazando a um nível de até 2,9 milhões de galões diários, mais de 10 vezes mais rápido que as estimativas do governo de 210.000 galões diários.
Estes números fariam do vazamento do Exxon Valdez em 1989, o pior desastre ecológico na história dos Estados Unidos.



Fonte: Reuters

Qualificação profissional é garantia de oportunidades no mercado de trabalho


Google imagens

Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, todo profissional precisa estar preparado para os desafios constantes e com respostas rápidas às necessidades das organizações.
Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, todo profissional precisa estar preparado para os desafios constantes e com respostas rápidas às necessidades das organizações. É o que alerta o coordenador de cursos da área de Administração e Negócios do Senac Santo André, Airton Rosini.
De acordo com o Rosini, o modelo industrial de divisão de tarefas, no qual cabia às gerências pensar e planejar o trabalho e ao trabalhador apenas executá-las sem pensar, está ultrapassado. "O conhecimento necessário ao exercício de qualquer profissão proporciona ao trabalhador as condições de reflexão, compreensão e desenvolvimento da criatividade", completa. Manter-se atualizado também é essencial para um bom profissional.
"O mercado de trabalho busca os profissionais não apenas os que tenham habilidades técnicas, mas também habilidades humanas e também conceituais. Eles têm que estar alinhados aos objetivos estratégicos da organização em que trabalham", esclarce.
Além do gosto pessoal, muitos futuros profissionais, antes de escolher uma carreira, buscam informações sobre o mercado de trabalho específico daquela área e a média salarial. Para o coordenador do Senac, as atividades que estão em evidência no Brasil e que garantem bons salários são as ligadas ao agronegócio, ramos petrolífero e mineração, engenharia, meio ambiente, construção civil, gestão empresarial, gestão financeira, gestão de pessoas, logística, marketing e vendas.

Já a coordenadora da área de informática e administração da instituição, Silvia Olizzeri Porto, destaca a área de informática. "Se a pessoa tiver uma boa qualificação, seja um curso técnico, certificações ou graduação, vai conseguir ingressar mais rápido no mercado. "No início o salário pode não ser alto, mas geralmente profissionais que atuam na área de informáica, principalmente TI (Tecnologia de Informação), têm boa remuneração", completa.
Para a consultora de RH da Catho, as profissões que serão promissoras para ao futuro são as de TI, telecomunicações, educação e entretenimento (turismo e eventos). As que aprsentam um alto grau de saturação são as relacioadas à comunicação



Falta de formação eleva desemprego entre jovens

Google imagens


Pesquisas mostram que a população com menos experiência é a mais prejudicada pela falta de espaço no mercado de trabalho
As maiores empresas do País enfrentam problemas para selecionar mão-de-obra qualificada. Pesquisa feita pela Fundação Dom Cabral com 76 empresas selecionadas em rankings que apontam as maiores e melhores empresas brasileiras revela que, apesar de elas estarem retomando os investimentos após a crise econômica do ano passado, não encontram pessoas prontas para ocupar os postos de trabalho que possuem.
Os dados mostram que 67% delas enfrentam dificuldades na contratação de pessoal. Os engenheiros e os técnicos em diferentes áreas, como transporte, siderurgia, indústria automobilística, são os mais procurados e menos encontrados. Paulo Resende, coordenador do Núcleo de Infraestrutura da Fundação Dom Cabral e responsável pelo estudo, afirma que os jovens são os mais prejudicados.
“O sistema universitário brasileiro não acompanhou, em termos de especializações, as mudanças ocorridas no mundo corporativo. Hoje, continuamos a descarregar no mercado um excesso de profissionais para os quais não existe uma demanda forte”, avalia. Segundo Resende, os cursos de engenharia deixaram de ser atraentes para os estudantes na última década. Agora, faltam profissionais da área.
Resende conta que 80% das empresas que responderam ao estudo estão retomando os investimentos para aumentar a capacidade de produção. Para concretizar os planos, precisam de engenheiros de produção, escassos no mercado. “Outra grande dificuldade das empresas está na contratação de técnicos. Há tecnologias hoje que seriam facilmente assimiladas por esses jovens, que fariam diferença. Mas, infelizmente, incutiram na cabeça dos jovens que só ter diploma universitário é o que interessa”, lamenta.
`
Precisa de uma política firme na área de educação e formação profissional para qualificar a mão de obra importante para o mercado de trabalho.

Ultimo segundo.



Coreia do Sul e Japão se unem contra Pyongyang


Google imagens

A Coreia do Sul e o Japão prometerem neste sábado permanecerem unidos contra a Coreia do Norte antes de um encontro de líderes regionais que deverá pressionar a China sobre sua relutância em relação a Pyongyang pelo afundamento de um navio sul-coreano.
Líderes das três maiores potências do nordeste asiático estão reunidos em Seogwipo, um resort na ilha sul-coreana de Jeju, com a intenção original de intensificar os planos para uma cooperação regional maior e integração econômica.
Mas a disputa entre as Coreias roubou os holofotes. Os dois lados da fortemente armada península estão divididos em um impasse após um navio de guerra sul-coreano ter afundado no final de março, matando 46 tripulantes. Seul concluiu que a Coreia do Norte foi a responsável pelo ataque.
Em negociações nos próximos dois dias, o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, o primeiro-ministro japonês, Yukio Hatoyama, e o premiê chinês, Wen Jiabao, devem debater o assunto, que causou um impasse entre China e seus vizinhos, que apoiam ações internacionais firmes contra Pyongyang.
Hatoyama sugeriu, e os três líderes fizeram um minuto de silêncio, antes das negociações, pela morte dos marinheiros.
"As ações provocativas da Coreia do Norte são imperdoáveis", afirmou Hatoyama a Lee Myung-bak antes do encontro, segundo uma autoridade do governo japonês. "O Japão, assim como a comunidade internacional, está condenando tais ações e apoia fortemente a Coreia do Sul."
O crescente antagonismo entre as Coreias prejudicou os mercados, com investidores preocupados de que o confronto possa se tornar um conflito armado na região que engloba a segunda e a terceira maiores economias do mundo, o Japão e a China.
Analistas dizem que nenhum dos lados está pronto para ir à guerra. A China considera a vizinha Coreia do Norte uma amiga e um fator de equilíbrio em relação aos outros países próximos, que são apoiados pelos Estados Unidos. Os chineses não condenaram Pyongyang, dizendo que precisam analisar as evidências e pedindo comedimento para ambos os lados.
Wen permaneceu com essa posição durante um encontro com Lee na sexta-feira, mas também afirmou que Pequim não protegerá o culpado pelo afundamento. Em suas considerações iniciais na reunião, o premiê chinês não citou o navio Cheonan e usou um tom otimista.
"Quero trabalhar com o presidente Lee e o primeiro-ministro Hatoyama para alcançar sólidos resultados e enviar uma mensagem ao mundo de confiança e esperança na paz, estabilidade e desenvolvimento (na região)", disse Wen.
Seul precisa do apoio ou da abstenção da China para votar uma resolução ou declaração da ONU criticando a Coreia do Norte pelo afundamento. Como membro permanente do Conselho de Segurança, a China tem poder de veto em tais ações.
Os líderes da Coreia do Sul e do Japão deram um sinal de unidade sobre o assunto neste sábado. "Hatoyama disse que tomará um papel de liderança na cooperação internacional (contra a Coreia do Norte) e expressou firmemente que vai apoiar a posição da Coreia do Sul no Conselho de Segurança da ONU", disse o assessor presidencial sul-coreano Lee Dong-kwan após o encontro do mandatário de seu país com o colega japonês.
A imprensa estatal norte-coreana disse neste sábado que os Estados Unidos culparam o país pelo afundamento do navio para "colocar a China em uma posição desconfortável e manter Japão e a Coreia do Sul como seus servos".

Reuters

Potências analisam texto do acordo com Irã


Google imagens

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) encaminhou oficialmente o acordo nuclear entre Irã, Turquia e Brasil aos governos dos Estados Unidos, França e Rússia para ''avaliação''. A entidade, com sede em Viena, garantiu ao jornal O Estado de S. Paulo que defende uma solução negociada, mas não tomará partido. De acordo com a AIEA, a decisão caberá aos governos.
Brasil e Turquia mediaram um acordo com o Irã, que se comprometeu a enviar 1,2 mil quilos de urânio levemente enriquecido para a Turquia em troca de combustível nuclear. O pacto foi criticado pela secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton. "Certamente temos uma divergência muito séria em relação à diplomacia do Brasil", disse Hillary. Segundo ela, o fato de o Brasil tentar evitar novas sanções ao Irã "deixa o mundo mais perigoso".
No segunda-feira, o diretor da AIEA, Yukiya Amano, recebeu a uma delegação composta por brasileiros, turcos e iranianos, que entregaram uma carta assinada pelo chefe da organização atômica do Irã, Ali Akbar Salehi, confirmando o entendimento.
Ontem, o porta-voz da agência, Ayhan Evrensel, informou que a proposta de acordo foi encaminhadas a vários países. "A AIEA não tomará uma posição. Estamos apenas facilitando um acordo. A decisão cabe aos governos." Oficialmente, não há um prazo para que americanos e europeus anunciem uma decisão - embora já se saiba que Washington é contra o acordo.
Segundo informações obtidas na chancelaria francesa, o documento enviado pela AIEA está sendo analisado por técnicos de todos os países envolvidos. Enquanto isso, o esboço de sanção ao Irã continua sendo discutido na ONU.


O Estado de S. Paulo.


sexta-feira, 28 de maio de 2010

Felicidade

Google imagens

Felicidade
Caetano veloso/Gilberto gil

Felicidade foi se embora
E a saudade no meu peito ainda mora
E é por isso que eu gosto lá de fora
Porque sei que a falsidade não vigora


A minha casa fica lá de trás do mundo
Onde eu vou em um segundo quando começo a cantar
O pensamento parece uma coisa à toa
Mas como é que a gente voa
Quando começa a pensar

Jogo de mentes.

Google imagens

Fontes norte-americanas de alto escalão deixaram claro que de maneira alguma o acordo mediado por Brasil e Turquia resultará num adiamento das novas sanções da ONU ao Irã. A expectativa é de que a resolução seja levada a votação no Conselho de Segurança nas próximas semanas. Segundo O Globo
Isso significa que o não reconhecimento do acordo por parte dos Estados Unidos é uma posição intransigente. Porque pediu ajuda ao Presidente Lula que intermediasse um acordo, depois não aceita e mantêm a posição de sanções contra o Irã ao mesmo tempo deixa vazar que o Acordo firmado entre Irã, Turquia Brasil levará a um adiamento é próprio de quem não quer dar braço a torçer contradizendo de ter uma política internacional de negociação mas não deixa claro quanto ao caso do Irã.Fica em jogo de mentes. Os Estados Unidos se esqueçe de que usou bomba atômica contra um país até agora só foram eles, que é o caso do Japão. Então parte do princípio da desconfiança e quem parte dessa premissa não negocia, impoe. A supremacia americana neste caso é evidente. Mas acho que a ONU levará todos os fatos em cosideração e dará um rumo adequado à questão.

Para EUA, acordo com Irã é insuficiente e tardio


Google imagens

Os Estados Unidos desprezaram na sexta-feira os esforços do Brasil e da Turquia para mediar um acordo nuclear com o Irã, dizendo que Teerã deve sofrer novas sanções da ONU assim que possível.
Autoridades norte-americanas de alto escalão disseram a jornalistas, após uma semana de frenética movimentação diplomática, que o acordo de intercâmbio de combustível nuclear do Irã, apresentado no dia 17 por Brasil e Turquia, não respondeu às principais preocupações que envolvem o programa nuclear iraniano.
Os EUA e seus aliados acusam o Irã de tentar desenvolver secretamente armas nucleares, algo que Teerã nega.
"O problema subjacente é que o Irã continua a enriquecer urânio, e está obrigado a suspendê-lo conforme três resoluções (anteriores do Conselho de Segurança da ONU)", disse uma fonte, pedindo anonimato.
"Em nossa opinião a declaração conjunta fica aquém do necessário. Mas, independentemente dessa (...) proposta, é importante irmos a Nova York adotar a resolução."
Turquia e Brasil - membros não-permanentes do Conselho de Segurança da ONU - anunciaram um acordo pelo qual o Irã enviaria para território turco 1.200 quilos de urânio baixamente enriquecido, para em troca receber, no prazo de um ano, 120 quilos de urânio enriquecido a 20 por cento, para uso em um reator de pesquisas nucleares.
A proposta havia sido lançada inicialmente em outubro pela ONU. Brasil e Turquia dizem que ela deveria bastar para pelo menos adiar a adoção de novas sanções ao Irã.
Mas os EUA consideram que o acordo é insuficiente, chega tarde demais e só serviria para que o Irã ganhasse tempo.
Uma fonte oficial lembrou que, quando a proposta surgiu, o Irã possuía um estoque de urânio estimado em justamente 1.200 quilos, mas que desde então já o quase duplicou. Isso significa que, mesmo enviando material para a Turquia, o Irã ainda ficaria em tese com urânio suficiente para tentar desenvolver armas nucleares.
A secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton, deve se reunir na terça-feira em Washington com seu colega turco, Ahmet Davutoglu, para discutir o assunto, segundo P.J. Crowley, porta-voz do Departamento de Estado dos EUA.

Mas fontes norte-americanas de alto escalão deixaram claro que de maneira alguma o acordo mediado por Brasil e Turquia resultará num adiamento das novas sanções da ONU ao Irã. A expectativa é de que a resolução seja levada a votação no Conselho de Segurança nas próximas semanas.


O Globo


Inferno


Google imagens

Inferno é um termo usado por diferentes Religiões, mitologias e filosofias, representandolugares de mortos onde há grandes sofrimentos e condenação.
A origem é do Latim, que siginifica, profundezas ou mundo inferior.
Portanto é o lugar para onde vão as pessoas que morrem e são punidas por causa das suas condutas inadequadas quando vivente. Onde o espírito passará a eternidade de sofrimento em um lugar cheio de fogo, enxofre e coordenado pelo diabo.
Essa é  sintese materializada do entendemos por inferno e que nos foram passado.
Como no mundo espiritual não existe maéria, portanto não existe sentido de profundidade e sim inferioridade. Isso siginifica que o espírito vai para um nível baixo de evolução não como punição e sofrimento, mas como resgate, recuperação e expiação, ou seja refazer o aprendixado dos conceitos morais que regem a consciência e a prática da bondade e seus desdobramentos.

Portal da Transparência



O Portal Transparência  é um canal pelo qual o cidadão pode acompanhar os gastos realizados diretamente pelos três Poderes - Executivo, Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado - com compras e contratação de obras e serviços, por exemplo, assim como as receitas por eles arrecadadas. Você também poderá obter informações sobre os recursos públicos que o Estado repassa para as prefeituras municipais, objetivando a realização descentralizada das ações do Governo estadual, bem como os repasses a cidadãos e às organizações da sociedade civil.
Ao acessar essas informações você fica sabendo como o dinheiro público, oriundo, em grande parte, dos impostos que você paga, está sendo utilizado, podendo ajudar a fiscalizar a sua correta aplicação. Você pode acompanhar, além disso, de que forma os recursos públicos do Estado estão sendo usados no município onde mora, ampliando as condições de controle desse dinheiro.
O objetivo é aumentar a transparência da gestão pública e contribuir para o aumento da conscientização da importância da participação da sociedade na Administração Pública (controle social) e o combate à corrupção.
No Portal, as informações estão disponíveis ao usuário em linguagem simples e com navegação amigável, podendo ser acessada sem qualquer restrição ou necessidade de uso de senhas, em uma versão compreensível, inclusive, por pessoas sem familiaridade com o sistema orçamentário-financeiro brasileiro.
É uma iniciativa dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, Ministério Público Estadual e Tribunal de Contas do Estado, cabendo à Contadoria e Auditoria-Geral do Estado -CAGE a responsabilidade pela sua atualização e manutenção.

A navegação obedece a um padrão básico para todas as transações do Portal onde, a partir de uma determinada escolha no menu de opções, você pode optar por obter a informação em diversos níveis: Estado, Poder ou em um determinado Órgão de cada um dos Poderes. Caso a consulta seja sobre Gastos o detalhamento ocorre até o nível do favorecido, ou seja, para quem foi pago aquele gasto. Se ainda não estiver satisfeito, você pode refinar ainda mais essa informação, abrindo detalhes sobre as três fases do gasto: empenho, liquidação e pagamento.
Os valores informados são aqueles efetivamente pagos ao favorecido (deduzidas eventuais retenções, como os impostos incidentes sobre aquela transação, por exemplo, Imposto de Renda, INSS, e outras deduções pertinentes). No detalhamento é possível verificar claramente a composição de cada pagamento e eventuais retenções, quando houver.
Para a receita os valores são aqueles que efetivamente ingressaram nos cofres públicos, sem quaisquer deduções.
O Portal da Transparência dispõe, basicamente, de dois tipos de consultas: Gastos e Receitas, sendo que os Gastos estão divididos em Gastos Diretos e Transferências de Recursos.
Gastos Diretos
Por essa consulta, você pode obter informações sobre como são realizados os gastos diretos do Governo Estadual em compras ou contratação de obras e serviços. A pesquisa pode ser feita por Poder ou por tipo de despesa, como diárias, material de expediente, compra de equipamentos e obras e serviços, por favorecido e, ainda, podem ser consultados os gastos realizados por meio da Consulta Popular.
Transferências de Recursos
Esta consulta permite que o cidadão confira como é feita a transferência do dinheiro público estadual a municípios e diretamente ao cidadão.
Receitas
Aqui são informados os recursos financeiros que o Estado arrecada, em sua maioria sob a forma de impostos pagos pela sociedade e que são utilizados para atender os gastos com serviços, obras, compras e salários dos servidores.

Essa medida é fundamental para que o cidadão acompanhe de perto o que ocorre nas instâncias governamentais.








Desenvolvimento sustentável o grande desafio do século XXI


Google imagens

Com certeza, o desenvolvimento sustentável é um dos mais generosos ideais surgidos no século passado. Só comparável ao, bem mais antigo, anseio por justiça social. Ambos são valores fundamentais de nossa época, por exprimirem desejos coletivos enunciados pela humanidade ao lado da paz, da democracia, da liberdade e da igualdade. Mas também é uma noção nebulosa e ambígua, que precisa ser dissecada. Que exige exame minucioso dos argumentos científicos disponíveis sobre seus dois componentes: o substantivo desenvolvimento, e o adjetivo sustentável. Para, só depois, se poder interpretar o sentido histórico da junção política desses dois termos na formação do mágico binômio.
Os promotores das políticas ecológicas estão cobertos de razão. No médio prazo, o desenvolvimento deve ser adequado à ambição de que no longo prazo haja compatibilidade entre a humanidade, os recursos que ela consome e o efeito de suas atividades sobre o meio ambiente. Ninguém sabe ao certo como se deve fazer isso. Em que níveis de população, tecnologia, e consumo tais combinações se tornariam possíveis? Especialistas podem até dizer o que é imprescindível para que se evite uma crise irreversível. Mas o problema da sustentabilidade é tanto de ciência e tecnologia quanto político e social.

José Eli da Veiga