sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O drama das campanhas eleitorais


A disputa deve ser em cima de condições objetivas, ideologias, programas sistematizados para todas as áreas prementes que comportam o governo. Mas dificilmente ficam por ai. Passando pela postura e condutos dos pleitores e entre num campo perigoso que é do ranso. E onde começam a plantar fruticas ou de cunho religioso oude cunho comportamental e assim cria-se redes de boatos apelando para a boa fé do eleitor que muita vez desinformado ou com muita informação não consegue dicernir o serne da questão. Quan do o embato fica em fatos que são colocados e respondidos tudo bem mas o problema é submundo da especulação informativa e onde nem todos tem o controle.. E tudo o que deveria ser uma construção passa a ser a desconstrução.. Muitos esconde fatos verdadeiros e tange so pelos que interessam salvo quando vem a tona os problemas mas exoste logo a blindagem desses assuntos e que não deixa ficar claro de vez. Outros são colocar exatamente o que a população que r ouvir mas não uma situação sincera de avanço das visões e dos valores das coisas.
Entendo que o Brasil já está carente de líderes carismáticos  os quais são capaz de irem além do instante, mas o que se tem tem que ser da melhor forma possível. Sei que não é fácil mas num pais que o que fica e a primeira impressão precidsa de uma boa apresentação,
Assim vejo os dois candidatos que disputam o segundo turno das eleições uma à merce de sabotagemns por meios de boatos e outro oportunitas que vai incorporando o que a sociedade quer ouvir e assim cria-se um falso programa de governo.
As coisas estão claras mas não conseguem ver por não ser uma disputa com o coração e nem com a razão mas pelo convencimento.

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