domingo, 28 de novembro de 2010

Novo aplicativo australiano para celular combate câncer de pele

Os australianos que apreciam o sol do verão agora podem se informar sobre o momento de cobrir a pele e evitar os raios ultravioletas, potenciais causadores de câncer de pele, graças a um novo aplicativo para o iPhone.

A Austrália tem uma das mais elevadas incidências de câncer de pele no mundo, com mais de 1,85 mil mortes causadas pela doença ao ano --o que supera o número de vítimas fatais de acidentes rodoviários no país, de acordo com o Cancer Council Australia. Dois terços dos australianos receberão um diagnóstico de câncer de pele antes de atingirem os 70 anos.
"O que estamos constatando é que muita gente usa a temperatura e clima para prever quando precisa de proteção contra o sol, mas o problema real está nos ultravioletas (UV) --e esses raios não são vistos ou sentidos," disse Sue Heward, gerente do programa do aplicativo SunSmart no Cancer Council.
Para enfrentar o problema, bem como para atingir os jovens que tendem a se preocupar menos com a proteção contra o sol, o conselho desenvolveu o aplicativo gratuito, que oferece previsão de tempo diária, incluindo o nível máximo de radiação UV.
O aplicativo conta com uma função de alerta e emprega o sistema de posicionamento global (GPS) a fim de se ajustar automaticamente à localização do usuário, mostrando os horários em que ele precisa se proteger contra o sol e um alerta automático de UV, bem como níveis reais de radiação UV atualizados minuto a minuto.
"O melhor do aplicativo é que está no bolso do usuário; não é preciso ir ao computador ou abrir o jornal para checar", disse Heward, apontando que isso torna o sistema especialmente útil para quem trabalha ao ar livre por longos períodos --uma parcela da população que corre riscos especialmente elevados.
O aplicativo SunSmart pode ser baixado de graça.
O conselho também criou um widget de alerta de UV para a Web, direcionado a organizações como clubes de esportes.



Reuters

sábado, 27 de novembro de 2010

Como usar o Vusual C++ 2010

Abra o programa, vai em file, new, project conforme a figura abaixo:

















Abre uma caixa de diálogo e selecione Visual C++, Win 32 project, coloque um título na caixa abaixo e dê ok!

















Abre uma nova caixa de diálogo onde você clica next.

Selecione console de aplicação, empt project e clique finish

Seu projeto esta criado agora vamos criar a aplicação

Clique com mouse direito em cima do project e vai em add, new item e clique.
Se já tiver um aplicativo.cpp salvo no  computador clique em existem item

Abre uma nova caixa de diálogo selecione Visual C++ e file(cpp). Coloque o titulo da aplicação na caixa em baixo com a extenção cpp e clique em add.


Abre uma janela do aplicativo onde você vai escrever seu programa c++

Ao terminar tecle Ctrl+F5 e clique yes na caixa de diálogo que aparecer


Seu programa foi compilado com sucesso. Se der mensagem de erro é só corrigir.
Para baixar o Programa Visual C++ 2010 Clique aqui depois de instalar é só registrar gratuitamente basta term uma conta hotmail.



Qual é o preço da arte


A arte tem tido grandes transformações ao longo da História. Houve um momento que ela significava transmissão de conhecimentos e informações sobre o cotidianos, como é o caso da arte primitiva. Com a evolução serviu de máquina de retratos para eternizar determinadas situações e personagens. Com o advento da tecnologia, principalmente a invenção máquina de retratos e da fotografia, hoje no mundo digital, a arte voltou a tomar novos rumos ou talvez voltar as origens, com sua forma disforme onde o mais importante é expressar do que retratar. Exitem uma nuancia de formas e de técnicas para expressar na arte e hoje já não se trata mais apenas do desenho e da pintura. A arte está no cotidiano em tudo que fazemos portante sobre tudo é uma questão de postura frente a vida. É fundamental dizer que ela traduz a realidade seja abstrata como sentimentos seja como forma crítica ou de comemoração à realidade. E tudo isso tem um preço. A vida. A arte não é apenas para ver sobretudo para sentir, interpretar criar versões tornando assim multiplicidades a partir da unicidade. A arte é a expressão cultural mais rica de um povo ou de um cidadão. Ela flui nas telas, no papel nas representações e execuções. E com o advento da tecnologia a arte saiu das mãos dos artistas e das pontas dos pinceis e se transformaram em programas de computador na ponta de mouse ou um teclado. Onde o traço de um pincel se tranformou numa linha de comando. Quem imaginou pintar Monalisa com argumentos de pascal, C++, Delphi, Visual Basic ou apenas com javascript. E na Hera do Corel draw e Photoshop a arte ganha as telas dos computadores enriquecendo mais ainda essa arte de fazer arte.

Donizeti

Forças Armadas reforçam cerco a criminosos no Rio


A polícia do Rio de Janeiro, com reforço a partir desta sexta-feira de 800 homens do Exército, aumentou o cerco ao conjunto de favelas do Alemão, para onde dezenas de criminosos armados acusados de comandar uma onda de violência na cidade fugiram após a ocupação policial da favela Vila Cruzeiro.
Atos de violência continuaram a assustar a cidade pelo sexto dia seguido de ataques contra veículos e alvos policiais, elevando para quase 100 o número de carros, ônibus e vans queimados desde domingo. Ações da polícia em resposta aos ataques nas ruas deixaram pelo menos 45 suspeitos mortos em confrontos, de acordo com a polícia. Uma jovem de 14 anos também morreu, vítima de bala perdida.
Nesta sexta-feira, um tiroteio matou ao menos três pessoas e feriu outras 10, entre elas um fotógrafo da Reuters, que foi baleado no ombro perto da Favela do Alemão. Ele foi hospitalizado e não corre risco de morte.
Homens armados afrontaram a polícia exibindo metralhadoras e fuzis na manhã desta sexta no Alemão, e tiros foram disparados na direção de um helicóptero policial que sobrevoava o local, de acordo com um fotógrafo da Reuters nas proximidades da favela. A polícia informou que a aeronave não foi atingida.
A pedido do governo do Rio, o Ministério da Defesa designou 800 homens do Exército para ocuparem os perímetros da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão. De acordo com a Secretaria de Segurança, os soldados vão liberar policiais para incursões nas favelas.
"O confronto naquela região é uma necessidade para termos um Estado com paz", afirmou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, em visita ao Rio para oficializar a parceria das Forças Armadas com as autoridades de segurança do Estado.
De acordo com o subsecretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, as autoridades avaliam uma incursão ao Complexo do Alemão em busca dos criminosos que fugiram da Vila Cruzeiro. As duas favelas são consideradas uma fortaleza da facção criminosa acusada de comandar os ataques dos últimos dias.
"Vai haver invasão ao Alemão no momento adequado. O foco hoje ainda é a Vila Cruzeiro, mas ir para o Alemão não está descartado. Estamos dependendo de informações do serviço de inteligência", disse Sá a jornalistas.
O Exército informou que a maioria das tropas de paraquedistas que vai participar do cerco à Vila Cruzeiro e ao Alemão tem experiência em conflito urbano por terem servido às tropas da Organização das Nações Unidas na missão de paz no Haiti.
Veículos blindados da Marinha operados por fuzileiros navais -- que tiveram papel decisivo na tomada da Vila Cruzeiro na quinta-feira por superarem as barricadas montadas pelos traficantes -- continuarão a serem utilizados para transportar policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) para dentro das comunidades, assim como helicópteros da Força Aérea e outros veículos das Forças Armadas.
Trezentos homens da Polícia Federal também foram acionados para cooperar com a polícia fluminense.
"O Exército vai se posicionar nos acessos da Vila Cruzeiro e do Alemão, nos liberando um bom número de policiais para outras ações que vão acontecer", afirmou o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame.
Na quinta, cerca de 500 policiais, a maioria transportada por veículos militares blindados da Marinha --que nunca haviam sido usados antes nos combates em favelas da cidade-- tomaram o controle da Vila Cruzeiro, levando à fuga de dezenas de homens armados para o Complexo do Alemão, também na zona norte da capital fluminense.
O comércio e as escolas da região fecharam as portas por mais um dia nesta sexta, deixando milhares de crianças sem aula. Na quarta-feira, uma adolescente de 14 anos foi atingida por uma bala perdida dentro de casa e morreu no hospital. Ao menos mais 10 moradores também foram feridos por balas e levados para o principal hospital da região, segundo a Secretaria de Saúde do Estado.
Autoridades da área de segurança consideram as ações violentas desta semana uma resposta à nova estratégia implementada na capital com as Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs), que provocou saída de chefes do tráfico de favelas onde esse tipo de policiamento foi instaurado. Acuado e forçado a deixar algumas áreas da cidade, o crime organizado estaria reagindo.
A implantação das UPPs em 15 das centenas de favelas espalhadas pela cidade é considerada o maior avanço na área de segurança pública da capital fluminense nos últimos anos, e a medida foi inclusive citada pelo Comitê Olímpico Internacional como um exemplo de que a cidade será segura para a Olimpíada de 2016. O Rio também será palco central da Copa do Mundo de 2014.

Essa medida conjunta vem em em boa hora apesar de ser um pouco tarde mas espero que seja permanente para que o crime não se reinicialize.

Reuters

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Converta seus arquivos em PDF para Word.


Tem pessoas que muitas as vezes precisa de transformar um arquivo PDF em formato para o Word (texto)
este aplicativo veio então a calhar e além de tudo é gratuito e não muito grande e está disponível para baixar no baixaki. Clique aqui para acessar a página de download.
"O Boxoft PDF to Word é um software que converte documentos no formato PDF para extensões compatíveis com a família Office. Através dele, você tem a liberdade de transformar qualquer arquivo exclusivo para leitura para um formato em que é possível editá-lo, seja alterando conteúdo problemático ou retirando trechos indesejados.
Utilizar o programa é um processo bastante simples: basta adicionar os textos em PDF que se deseja modificar e deixar a cargo do programa detalhes como formatação e extensão da tarefa realizada. Não há limites para o número de arquivos que podem ser convertidos, o que significa liberdade para modificar todos os documentos presentes na máquina se esse for o desejo do usuário
São dois os modos que o programa disponibiliza para modificar os arquivos PDF. Em “Batch Mode”, o usuário simplesmente seleciona quais documentos deseja converter e, em seguida, define o lugar para onde devem ser enviados. Já em “Hot Directories Mode”, você pode selecionar uma pasta para ser monitorada e qualquer documento PDF incluído lá será automaticamente transformado.
Conversões eficientes para Office
Usuários avançados que gostam de ter controle total sobre a forma como o computador atua também podem contar com “Command Line Mode”, que permite utilizar a linha do comando do Windows para realizar modificações. Esse modo é um pouco mais complicado que os demais, mas possibilita realizar uma série de configurações adicionais que não estão disponíveis através das outras opções do software

O que decepciona no Boxoft PDF to Word é justamente a falta de opções de personalizar e prévia dos documentos convertidos. Embora o resultado geralmente seja satisfatório, seria interessante ao menos poder optar pelo tipo de extensão que se deseja utilizar ou obter uma prévia do resultado final"
 
Baixaki

Coreia do Norte ataca Sul, em pior agressão em décadas

A Coreia do Norte fez dezenas de disparos de artilharia contra uma ilha sul-coreana nesta terça-feira, matando dois soldados, em um dos ataques mais pesados contra o país vizinho desde que a Guerra da Coreia chegou ao fim, em 1953.
A troca de disparos - a Coreia do Sul disparou de volta e enviou um caça-bombardeiro para a região - ocorreu perto da fronteira marítima do lado ocidental da península dividida. O limite é contestado e a área já foi palco de choques mortíferos no passado.
A Coreia do Sul estava fazendo exercícios militares na área no momento do ataque, mas disse que não estava disparando contra o Norte.
O ataque aconteceu no momento em que a isolada Coreia do Norte e sua aliada, a China, pressionam as potências regionais a voltar à mesa de negociações sobre o programa de armas nucleares norte-coreano, e em meio à revelação, feita no fim de semana, de que o Norte está desenvolvendo em ritmo acelerado uma outra fonte de material para a produção de bombas atômicas.
O ataque aconteceu também semanas depois da iniciativa do líder Kim Jong-il de tornar seu filho mais jovem seu sucessor, levando alguns analistas a indagar se o bombardeio pode ter sido parte de um esforço para reforçar a imagem da família governante no establishment militar norte-coreano.
"Casas e montanhas estão ardendo em chamas, e as pessoas estão desocupando a área. Não dá para enxergar muito bem por causa das colunas de fumaça", disse à televisão YTN uma testemunha na ilha, antes de o ataque com morteiros, que durou cerca de uma hora, terminar.
A YTN disse que pelo menos 200 granadas de morteiro norte-coreanas atingiram a ilha de Yeongyeong, que fica ao lado da costa oeste da península dividida, perto da fronteira marítima contestada. A maioria dos morteiros caiu sobre uma base militar.
Fotos de Yeongyeong, situada 120 quilômetros a oeste de Seul, mostram colunas de fumaça erguendo-se de prédios. Dois soldados morreram no ataque e 17 ficaram feridos. Três civis também ficaram feridos.
A notícia do ataque abalou os mercados mundiais, já agitados com os problemas da dívida da Irlanda e com a mudança para ativos de risco menor.
Especialistas dizem que Kim Jong-il vem há décadas fazendo um jogo de provocação bem calculado para arrancar concessões da comunidade internacional e impressionar seu establishment militar. Existe o risco de a transição para outra liderança ter atrapalhado esse equilíbrio e que os fatos saiam de controle.
O presidente sul-coreano Lee Myung-bak, que chegou ao poder há quase três anos e vem seguindo uma linha dura com a Coreia do Norte, disse que a resposta ao ataque precisa ser firme.
Mas ele não indicou que o Sul vá retaliar mais, dando a entender que o governo sul-coreano está respondendo de modo comedido para evitar que a situação saia de controle.
A Coreia do Norte tem uma força enorme de artilharia apontada para Seul e poderia dizimar uma área urbana onde vivem cerca de 25 milhões de habitantes, causando também prejuízos enormes à economia trilhonária sul-coreana.
As duas Coreias ainda estão tecnicamente em guerra - a Guerra da Coreia terminou apenas com um cessar-fogo, sem a assinatura de um acordo de paz - e as tensões cresceram muito este ano depois de o Sul acusar o Norte de torpedear um dos navios de sua marinha, matando 46 marinheiros.
A Coreia do Norte declarou que a troca de tiros desta terça-feira foi iniciada pelo Sul.
"A despeito de nossos avisos repetidos, a Coreia do Sul disparou dezenas de morteiros a partir das 13h ... e tomamos medidas militares fortes imediatamente", disse a agência de notícias norte-coreana KCNA, em comunicado breve.
A Coreia do Sul afirmou que estava fazendo exercícios militares na área antes do ataque, mas que disparara para o oeste, não para o norte.
A comunidade internacional se apressou a expressar alarme diante do aumento repentino da tensão em uma região que abriga três das maiores economias do mundo: China, Japão e Coreia do Sul.
Uma fonte diplomática francesa disse que o Conselho de Segurança da ONU vai convocar para dentro de um ou dois dias uma reunião de emergência para discutir a questão da Coreia do Norte, à qual impôs sanções econômicas pesadas por seus testes nucleares e de mísseis.
O chanceler russo Sergei Lavrov descreveu a escalada nas tensões como "perigo colossal".
A China tomou cuidado para não tomar partido, exortando as duas Coreias a "fazer mais para contribuir para a paz".
"É imperativo que sejam retomadas as negociações entre seis países", disse a jornalistas um porta-voz do Ministério do Exterior chinês, Hong Lei.
Essas negociações sobre o programa de armas nucleares norte-coreano - envolvendo as duas Coreias, China, Japão, Rússia e Estados Unidos - estão congeladas há algum tempo.
Recentemente, porém, o Norte vem pressionando pela retomada das conversações, que o país usou no passado para conquistar ajuda maciça em troca de promessas de pôr fim a seu programa de armas.
Horas depois do ataque norte-coreano, a agência estatal chinesa de notícias Xinhua informou que a Coreia do Norte e a China haviam assinado um acordo de cooperação econômica e comercial. A informação foi divulgada depois que o governo chinês expressou preocupação com os relatos de troca de tiros entre as duas Coreias.



Reuters

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Declaração do papa sobre uso de preservativo é bem recebida

Grupos classificados como progressistas da Igreja Católica e ativistas da luta contra o HIV/aids receberam bem a declaração do papa Bento XVI de que o uso de preservativo é aceitável “em certas situações”.
A afirmação foi divulgada pelo L'Osservatore Romano, jornal do Vaticano, que publicou trechos de um livro baseado em uma série de entrevistas com o pontífice. Ainda sem lançamento previsto no Brasil, o livro se chamará Light of the World: the pope, the church and the signs of the times (Luz do mundo: o papa, a Igreja e os sinais dos tempos, em tradução literal).
Inicialmente o pontífice defendia que o uso de camisinhas colocava em risco a saúde pública e ampliava o problema da aids em vez de ajudar a conter a doença. Agora o papa afirma que em casos de prostituição, por exemplo, o uso do preservativo seria "um ato de responsabilidade moral".
Bento XVI destacou, entretanto, que o preservativo não deve ser considerado “o caminho para lidar com o mal da infecção pelo HIV". O papa disse ainda que a “obsessão quanto à camisinha implica a banalização da sexualidade”, o que tornaria o sexo não mais uma expressão do amor, “mas somente uma espécie de droga que as pessoas administram a si mesmas”.
O programa das Nações Unidas contra o HIV/Aids (Unaids) classificou os comentários do papa como "um passo adiante significativo e positivo". Segundo o órgão, a declaração reconhece que um comportamento sexual responsável e o uso de preservativos têm um papel importante na prevenção do HIV.
Para o Movimento de Acesso ao Tratamento do Quênia, que combate o avanço do HIV no país, o posicionamento do papa reflete a realidade de que a abstinência sexual nem sempre funciona.
O papa Bento XVI afirma que o uso de preservativos é aceitável "em certos casos", especialmente para reduzir o risco de infecção do HIV, em um livro de entrevistas que será lançado na terça-feira. A declaração marca a primeira vez que o sumo pontífice destoa da posição oficial mantida pela Igreja Católica até agora - a de que os fiéis católicos não devem usar camisinha. Trechos do livro foram publicados na edição deste sábado do jornal oficial do Vaticano, o L'Osservatore Romano.
'Expressão do amor' - Bento XVI reiterou que o uso do preservativo por si só não resolveria o problema do HIV. "Deve acontecer muito mais", disse. "Tornar-se simplesmente fixado na questão dos preservativos torna a sexualidade mais banal e esta é exatamente a razão pela qual tantas pessoas não encontram mais a sexualidade como uma expressão do seu amor, mas como um tipo de droga auto-administrada."
Além dos preservativos, o livro, que deve ser traduzido para 18 línguas, aborda muitas outras questões sensíveis, incluindo os escândalos de pedofilia, o celibato e a ordenação feminina. Ele também afirma, por exemplo, que é contra a proibição do uso do véu integral pelas mulheres muçulmanas em países ocidentais, como a França.


DCI

Mortos por cólera chega a 1.250 no Haiti

Subiu para 1.250 o número de mortes causadas pela epidemia de cólera que atinge o Haiti. Segundo o último relatório, divulgado pelas autoridades na noite de domingo, 52.725 pessoas foram atendidas em centros médicos com sintomas da doença.
Na quinta-feira, haitianos revoltados contra a epidemia de cólera ignoraram os pedidos de funcionários de saúde de que a violência está interrompendo os esforços de tratamento, com as autoridades temendo que mais tumultos aconteçam nesta sexta-feira na capital do país, Porto Príncipe.
A violência se espalhou para a capital pela primeira vez na quinta-feira, três dias depois de acontecerem manifestações no norte do país. Os manifestantes arremessaram pedras contra as tropas de paz da ONU, responsabilizadas por alguns grupos pela epidemia de cólera que atinge o Haiti, atacaram carros de estrangeiros, bloquearam ruas com pneus em chamas e derrubaram postes de luz. A polícia disparou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes, que montaram barricadas.
Os tumultos pela epidemia da doença que deixou mais de 1 mil mortos acontecem mais de uma semana antes de eleições nacionais programadas para 28 de novembro.

República Dominicana

Além dos infectados no Haiti, a doença já contaminou três na vizinha República Dominicana. Nesta sexta-feira, autoridades confirmaram que uma avó e sua neta de três meses, ambas dominicanas, contraíram a doença.
Com a confirmação dos três casos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) disse que a epidemia de cólera do Haiti inevitavelmente chegará à República Dominicana, mas deverá ter consequências menos graves.
Muitos haitianos trabalham na República Dominicana e, como as infecções por cólera com frequência não produzem sintomas, a doença pode atravessar facilmente a fronteira, disse em comunicado Gregory Hartl, o porta-voz da OMS.
"É completamente esperado que haja casos na República Dominicana. Estamos observando os primeiros sinais desses casos e trabalhamos com o governo da República Dominicana para preparar o país", afirmou Hartl. Ele estimou o número de infecções "ainda na casa de um dígito, provavelmente".


Ultimo Segundo

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

FLAC: uma melhor qualidade do som

No meu computador uso muito mp3, mas tem muito perda de qualidade na maioria das vezes. Nestes ultimos dias descobri o FLAC. Sem comparação com o mp3, a qualidade é ótima. Apenas os arquivos são bem maiores mas a compressão é boa o que garante uma ótima qualidade do som. Para rodar no Média Player tem que instalar um codec para leitura do FLAC. Sem o o codec roda mas aparece uma mensagem de erro toda a vez que vai abrir um arquivo FLAC. Gostei tanto que estou buscando as minhas músicas neste novo formato para susbstituir os mp3.

sábado, 13 de novembro de 2010

Ativista de Mianmar vencedora de Nobel da Paz é libertada


A ativista de movimentos pró-democracia em Mianmar Aung San Suu Kyi foi libertada neste sábado, após autoridades do país terem retirado policiais e barricadas de sua residência, permitindo que ela saudasse os seus correligionários após sete anos de prisão domiciliar.
Dos últimos 21 anos, a vencedora do Prêmio Nobel da Paz passou os últimos 15 presa.
"Este é um tempo de calma e um tempo de diálogo. As pessoas devem trabalhar em harmonia. Só assim poderemos chegar ao nosso objetivo", afirmou Suu Kyi a uma multidão.
A última vez que a militante foi detida se deu em agosto, quando um tribunal interpretou que ela havia infringido uma lei que protege o Estado contra "elementos subversivos", ao permitir que um americano que invadiu a sua residência pudesse permanecer no local por duas noites.
Cerca de mil pessoas, entre elas muitos jornalistas, se aglomeraram do lado de fora de sua casa, situada em frente a um lago, ao longo do dia.
Muitos deles gritavam "Libertem Aung San Suu Kyi" e "Vida Longa a Aung San Suu Kyi".
Alguns usavam camisetas estampadas com mensagens de apoio à ativista.
Assim que os presentes se converteram em uma multidão, cerca de 30 policiais da divisão antimotim armados e portando bombas de gás lacrimogênio exigiram que os correligionários de Suu Kyi ficassem atrás das barricadas montadas do lado de fora da residência.
A detenção de Suu Kyi se deu devido à sua oposição aos 48 anos de regime militar no país antes conhecido como Birmânia.
As eleições realizadas em Mianmar no último dia 7 de novembro foram vencidas por um partido apoiado pelo Exército.
Os líderes militares do país poderão obter um certo grau de legitimidade internacional ao libertar Suu Kyi, filha do herói da campanha de independência de Mianmar da Grã-Bretanha.
Tal medida seria o primeiro passo para uma revisão das sanções por parte de nações ocidentais contra o país.
Mianmar é uma nação rica em recursos naturais e é o maior país do sudeste asiático continental.
O regime de Mianmar é considerado por grupos de direitos humanos como um dos mais corruptos e opressivos do mundo.
"O governo precisa criar algum espaço para respirar urgentemente", disse um acadêmico birmanês aposentado, que pediu para não ser identificado.
Acredita-se que Suu Kyi ainda exerça a mesma influência hipnótica sobre a população como a que exerceu em 1990, quando seu partido, a Liga Nacional pela Democracia, venceu as últimas eleições de modo arrasador --resultado que foi ignorado pelos governantes militares.
A ativista atraiu uma multidão aos portões de sua residência em Yangon. Com algumas poucas palavras, ela poderia retirar qualquer fiapo de credibilidade conferido à mais recente eleição, pedindo a anulação do pleito, sob o argumento de que ele foi fraudado.




Reuters

Oração pela paz no mundo

“ Senhor! Sabemos da nossa impotência diante do ódio e da vingança que armam


bombas e mãos criminosas.

Mas nós cremos na Vossa justiça soberana que impera em todo o universo,

mantendo o direito e a dignidade de viver a todos os Vossos filhos, e a todos os seres

da criação.

Senhor! Compreendemos a nossa fragilidade diante de tanta violência, que faz

derramar o sangue de crianças e mulheres indefesas, espalhando a morte e o

terror.

Mas nós cremos na extensão de Vossa infinita misericórdia, ao determinar que

a vida continue fecundando úteros, povoando a Terra com o sorriso inocente

das crianças.

Senhor! Assistimos, estarrecidos, à total negação da mensagem de amor vivida

pelo Meigo Rabi da Galiléia, vendo a crueldade afiando baionetas assassinas, bombas

arrasando os campos floridos e calando as aves dos céus.

Mas nós cremos na Vossa eterna bondade, que ordena ao sol e à chuva

fertilizarem o solo arrasado e destruído; ao verde colorir os campos abençoados; às

flores enfeitarem os jardins; e aos pássaros de novo cantarem pelo infinito dos céus.

Essa oração é o grito de nossa alma, na certeza de que nos ouvis neste

momento, porque sabemos que criastes o homem para ser feliz, para amar, para

abraçar seus irmãos, para viver em paz!

Porque cremos, Senhor, que é Vossa a determinação de a paz reinar soberana

um dia neste mundo, queiram os homens ou não, e porque cremos que é da Vossa

vontade os canhões se calarem para sempre, é que rogamos à Vossa generosidade que

inspire os homens a serem verdadeiros irmãos sob o estandarte do perdão e da

legítima fraternidade!

Assim seja, porque a Vós pertencem a vida e o poder para sempre!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O que é Revolução?



Ao estudarmos o conceito de revolução, nos deparamos com uma interessante “crise” onde não conseguimos bem ao certo encontrar um consenso pelo qual possamos dar uma única significação a esse termo. Isso tudo porque as experiências históricas definidas como “revolucionárias”, nem sempre são o reflexo exato de uma concepção previamente estabelecida.
A partir daí nos preocupamos sobre qual tipo de fato histórico pode ser considerado “revolucionário”. O termo revolução, à primeira vista, refere-se a toda e qualquer transformação radical que atinja drasticamente os mais variados aspectos da vida de uma sociedade. Nesse sentido, as mudanças proporcionadas por certo acontecimento deveriam ser julgados como revolucionárias por todo e qualquer estudioso que pesquisasse um mesmo tema.
No entanto, percebemos que as perspectivas históricas nem sempre concordam entre si. Muitos historiadores preocupam-se em refletir, por exemplo, sobre os “limites” de uma determinada revolução. Dessa forma, cria-se uma verdadeira contradição onde não sabemos com absoluta certeza se um fato histórico foi ou não foi revolucionário. Poderíamos assim dizer que, na verdade, não existem revoluções?
De acordo com correntes de compreensão marxista, uma revolução só pode ser experimentada quando todos os pontos fundamentais que sustentam o statu quo de uma sociedade invertem-se completamente. Com isso, admiti-se que se as relações de trabalho, a hierarquia social, as práticas econômicas ou hábitos cotidianos permanecem após uma mudança histórica, exclui-se a possibilidade de uma revolução.
Um dos casos mais notórios desse tipo de contradição pode ser observado nas revoluções acontecidas entres os séculos XVII e XVIII. A queda do Antigo Regime favoreceu a ascensão política da burguesia, porém manteve – sob outros parâmetros – a exploração das classes trabalhadoras. Até por isso, muitos historiadores chamam tais transformações de “revoluções burguesas”.
Com essa indefinição, certas correntes históricas só reconhecem uma revolução em concordância com termos bastante definidos. Outras já relativizam o termo, admitindo que seja impossível a deflagração de uma revolução total. A partir dessas diferentes concepções, cria-se um acalorado debate onde se discute a possibilidade de condições históricas que transforme radicalmente uma sociedade ou se toda e qualquer transformação não consegue atingir um patamar revolucionário.
Seria difícil decretar uma resposta final a esse debate sobre as revoluções. No entanto, em nada podemos desmerecer certo tipo de compreensão histórica em detrimento da outra. Enquanto isso, podemos discutir na pluralidade de perspectivas novas compreensões das mais brandas ou mais agitadas experiências históricas. Sejam elas revolucionárias ou não.



 Rainer Sousa

Participação Política

O que é participação política?

A participação política envolve a possibilidade de influenciar de forma efetiva as políticas locais, regionais, nacionais e internacionais. Calcada a partir da ação intencional para impactar na agenda pública, na participação legal do sistema representativo, a partir do voto, nas campanhas, nas eleições e na estrutura legislativa.
A participação política ocorre também, pela participação nas estruturas, atividades e no trabalho partidário, em grupos organizados e em manifestações orientadas a exercer influência na pauta dos atores políticos e institucionais dos governos.
É muito comum se ouvir comentários de que a juventude hoje não se interessa por política, que é uma geração apática, alienada e consumista que passa a maior parte do seu tempo na frente da TV.
Além disso, há inúmeras comparações da atual geração de jovens com aqueles que viveram os anos de ditadura no Brasil na década de 1960 e 1970. Com um tom de saudosismo se diz que a juventude já não é como antes, que saía às ruas para protestar contra a repressão do governo e se arriscava em associações clandestinas para lutar pela liberdade de expressão e pela democracia.
Aqueles que estão convencidos de que isso é verdade, podem se surpreender. Em novembro de 2005, o IBASE e o Instituto Polis lançaram o resultado da pesquisa Juventude Brasileira e Democracia: participação, esferas e políticas públicas que ajuda a desmistificar essa apatia da juventude.
Foram entrevistados oito mil jovens em 07 regiões metropolitanas brasileiras. Alguns dados interessantes:
28,1% dos(as) 8 mil jovens entrevistados(as) faziam parte de algum grupo;
85,8% dos jovens afirmaram se informar sobre o que acontece no mundo;
89% dos jovens acreditam que as pessoas devem se unir para defender seus interesses;
85% dos(as) entrevistados(as) disseram que é preciso abrir canais de diálogo entre cidadãos(ãs) e governo.
É fato que muitos jovens que desejam participar mais não sabem como fazer. Participação política pode ser bem mais do que votar em uma eleição. Esta é apenas uma das formas, por isso é muito importante tornar público quais os espaços já existentes e de que maneiras é possível participar!

 Fazer Política, uma atitude cidadã

Você sabia?

A Constituição Brasileira de 1988 assegura o direito ao exercício da cidadania ativa pela garantia, por exemplo, dos seguintes instrumentos legais: do plebiscito, do referendo, da iniciativa popular de leis, a ação popular, do mandado de segurança coletivo, da ação popular, da ação civil publica?
Algumas instituições estão legitimadas na própria Constituição Federal para serem partes ativas e constitutivas deste processo: as associações, os sindicatos, os partidos políticos, assim como o próprio Ministério Público.

Espaços e formas de participação:

Eleições

O voto é obrigatório para maiores de 18 anos e facultativo para os maiores de 16, de 70 anos e aos analfabetos.
Para obter o título, é preciso ir ao Cartório Eleitoral mais próximo do endereço de moradia e preencher o requerimento de alistamento eleitoral. Não é necessário pagar nada.

Documentos necessários para emissão do título:
Certidão de nascimento ou carteira de identidade ou passaporte
Comprovante de residência
Mais informações sobre as eleições no Brasil, visite o site do Tribunal Superior Eleitoral

Orçamento Participativo

O Orçamento Participativo é uma das possíveis formas de desenvolvimento de experimentos que se aproximam da democracia direta. Consiste em estruturas legitimadas de participação ampliada que visam permitir aos cidadãos a se envolverem na decisão de como deve ser gasto uma parcela do orçamento público.

Como funciona o Orçamento Participativo?

Cada município desenvolve uma metodologia apropriada à sua situação, contemplando os seguintes aspectos:
Descentralização das discussões com a população, através da divisão do município em regiões;
Elaboração de critérios de atendimento das demandas regionais;
Elaboração dos critérios de participação da população;
Definição das instâncias de participação e suas competências específicas (reuniões, plenárias, Conselhos, etc.).
Como posso participar do Orçamento Participativo?
Várias cidades brasileiras já estão implementando o Orçamento Participativo. Algumas delas possuem um Orçamento Participativo específico para a juventude. Você pode participar das plenárias e se candidatar a delegado em qualquer uma das temáticas do seu interesse. Informe-se no seu município sobre como participar!



G20 chega a acordo mas adia discussão de detalhes

Os líderes do G20 se uniram mas chegaram apenas a um acordo em torno de um fraco compromisso para ficarem alertas em relação a desequilíbrios perigosos, oferecendo aos investidores poucas provas de que o mundo está agora mais a salvo de qualquer catástrofe econômica.
Durante a cúpula em Seul, o grupo de países desenvolvidos e emergentes concordou em estabelecer "diretrizes indicativas" que meçam desequilíbrios entre as economias. Mas, abrindo um parênteses para acalmar alguns ânimos, os líderes deixaram os detalhes pendentes, que serão discutidos no primeiro semestre de 2011.
Os negociadores trabalharam até as primeiras horas da manhã para redigir um acordo que todos os líderes poderiam aprovar, apesar das profundas divisões que emergiram nos dias anteriores à cúpula.
Os ânimos esquentaram em torno do programa de compra de bônus anunciado pelo Federal Reserve para reforçar a recuperação dos Estados Unidos, e a piora dos problemas de dívida da Irlanda serviram como lembrete de que o sistema financeiro não está curado.
Em comunicado assinado no final da reunião, a quinta desde o início da crise financeira em 2008, havia um pouco para cada um.
Os líderes se comprometeram a avançar para taxas de câmbio determinadas pelo mercado e evitar desvalorizações com fins competitivos, uma referência ao câmbio administrado da China, que os EUA consideram subvalorizado.
O comunicado também prometia evitar desvalorizações competitivas, uma linha direcionada às preocupações de que a política monetária do Fed tenha o objetivo de enfraquecer o dólar.
Cedendo aos países emergentes, que têm dificuldades para conter enormes fluxos de capital estrangeiro, o G20 aceitou a imposição de medidas de controle "cuidadosamente estabelecidas".
Os líderes concordaram, ainda, que há uma estreita janela de oportunidade para concluir a Rodada de Doha, negociações de liberalização comercial iniciadas em 2001.
Mas não houve menção à Irlanda, e as promessas insípidas de lidar com os desequilíbrios não pareciam sólidas o suficiente para trazer mudanças reais.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que as diferenças entre potências exportadoras e importadores endividados estão aumentando, aproximando-se dos níveis pré-crise.
"O trabalho que nós fazemos aqui nem sempre parecerá dramático", disse o presidente dos EUA, Barack Obama, depois da cúpula.
"Nem sempre será algo que mudará o mundo imediatamente. Mas, de pouco a pouco, o que nós estamos fazendo é construir mecanismos internacionais mais fortes e instituições que ajudarão a estabilizar a economia, garantir crescimento econômico e reduzir algumas tensões."

SUPERANDO AS DIFERENÇAS
Após semanas de embates verbais, Estados Unidos e China buscaram superar as diferenças sobre a moeda "subvalorizada" da China e os riscos globais criados pelas medidas norte-americanas de estímulo monetário.
"As taxas de câmbio precisam refletir realidades econômicas ... As economias emergentes precisam permitir que suas moedas sejam conduzidas pelo mercado", disse Obama. "Isso é algo que eu comentei com o presidente Hu (Jintao) da China, e nós observaremos de perto a apreciação da moeda chinesa."
O acordo do G20 buscou recuperar a unidade forjada durante a crise, há dois anos, mas as divisões profundas significam que os líderes não conseguiram ir muito além dos acordos alcançados pelos ministros das Finanças no mês passado.
Em particular, os líderes não conseguiram chegar a um consenso para determinar quando os desequilíbrios globais representam uma ameaça à estabilidade econômica, comprometendo-se a uma discussão sobre o tema no primeiro semestre do ano que vem.



Reuters

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Carteira de identidade pode ter validade


Projeto de lei aprovado nesta quarta-feira pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) estabelece prazo de validade para carteiras de identidades dos brasileiros. Hoje a lei não prevê prazo de validade. O texto aprovado simbolicamente nesta quarta-feira na comissão estabelece que a carteira emitida para pessoas com menos de 18 anos de idade deve ter validade de no máximo 10 anos. As emitidas para maiores de 18 anos serão renovadas a cada 20 anos.
O projeto tramita na Câmara em caráter conclusivo e, se não houver requerimento para votação em plenário, seguirá para o Senado. Além de estabelecer prazo de validade para as carteiras emitidas pelos órgãos de segurança pública, a proposta também diz que, para que a segunda via da carteira de identidade seja emitida, é preciso que o portador seja submetido a nova tomada das digitais. A lei em vigor exige apenas que aqueles que queiram pedir segunda via apresentem a certidão de nascimento ou casamento.
O projeto original não alterava regras de emissão e validação das carteiras de identidades emitidas pelos órgãos de segurança pública. Carteiras de identidade já em uso não são afetadas pelas mudanças. Enviado em 2009 pelo Executivo, o projeto tinha por objetivo garantir que a validação de documentos de identidade emitidos pelo Ministério da Defesa aos militares das forças armadas. Na comissão de Relações Exteriores o deputado Mendes Thame (PSDB-SP) fez um projeto alternativo, incluindo as modificações.
Na exposição de motivos, o Ministério da Defesa argumentou que as carteiras de identificação dos militares não são aceitas para obtenção de outros documentos, como passaporte e carteira de habilitação, embora a lei atual confira esta prerrogativa a carteiras de identidade expedidas por órgãos fiscalizadores de exercício profissional.
O texto aprovado nesta quarta-feira estabelece também duas categorias de documentos de identificação: os primários e os secundários, considerando primário a carteira de identidade e secundários documentos como passaporte, carteira nacional de habilitação e carteiras profissionais.



O Globo

Adolescentes sabem como 'driblar' os pais no uso da web

Segundo o estudo "A vida secreta dos adolescentes: o comportamento dos jovens na web" publicado nesta semana pela empresa de segurança McAfee, mais da metade dos jovens sabem como esconder conteúdos de navegação da internet dos pais. De acordo com a pesquisa, 53% alegam "driblar" os responsáveis apagando o histórico dos links visitados ou fechando a janela quando eles se aproximam.

O levantamento, que tem como objetivo indicar como os adolescentes brasileiros (de 13 a 17 anos) se relacionam com a internet, mostra que este público tem "total confiança" na segurança do que eles fazem na rede: 79% afirmam saber como manter a segurança online.
No entanto, 72% têm algum conhecido que sofre bullying (intimidação realizada por meio de ações intencionalmente hostis e repetidas), metade já infectou o PC com vírus ou spywares acidentalmente, 25% já tiveram informações pejorativas publicadas na rede e 20% tiveram senhas roubadas.
A pesquisa também indicou que os adolescentes Brasileiros (77%) são "heavy users", ou seja, acessam muito a internet, em uma média que varia de seis a sete dias por semana. A justificativa é de que "muitos jovens já nascem usando a rede" e de que "desde muito cedo aprendem a trocar e compartilhar dados pessoais online", explica Alexandre Momma, diretor de atendimento da TNS, empresa que fez a pesquisa para a McAfee.
No que diz respeito a redes sociais, oito em cada dez internautas adolescentes acessam perfis sociais. Desses, 71% atualizam frequentemente seus perfis e 46% têm o costume de fazer alguma menção ao local onde está.
"O adolescente, por exemplo, posta no Twitter que está no cinema. Ainda que a informação pareça simples, isso pode fazer com que um usuário mal intencionado use isso para entrar em contato a família para simular um sequestro", explicou José Matias, gerente de suporte técnico da McAfee, sobre os perigos da exposição da localidade.

O que o adolescente faz na internet

Na pesquisa também foram abordadas as dez atividades que os jovens mais realizam na internet. Dentre elas, sete apresentam riscos na navegação ao internauta: acessar sites e redes sociais (83%), upload e compartilhamento de fotos (67%), upload e compartilhamento de vídeos (57%), ler e postar mensagens em fóruns (37%), posts em blogs pessoais (36%), chat com desconhecidos (31%) e serviços que informam a localização (5%).


Bonde. O seu portal

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Kanye West diz que Coldplay é melhor do que os Beatles


O sempre polêmico Kanye West voltou a aparecer na imprensa com declarações audaciosas. Agora, para ressaltar - e muito - o talento de Chris Martin e do Coldplay, ele comparou a banda aos intocáveis Beatles. Segundo o tabloide britânico 'The Sun' , o rapper e produtor assegurou que, em 30 anos, quando o Coldplay estiver velho, as pessoas olharão para trás e constatarão: "esses caras eram melhores que os Beatles".

O que você pensa da declaração de Kanye West?

Kanye West também comparou o vocalista do Coldplay a John Lennon: para ele, ambos estão no mesmo patamar de genialidade, e que a banda possui plenas condições de chegar ao posto de melhor de todos os tempos, "superior mesmo aos Beatles".
Já é extenso o currículo de polêmicas protagonizadas por Kanye West. A mais célebre delas aconteceu em 2009, quando ele invadiu o palco da premiação Video Music Awards, da MTV , para protestar contra um prêmio dado à cantora Taylor Swift. Seu comportamento foi reprovado até mesmo pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.



O Globo

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Salário mínimo além de R$540 é decisão política


O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta terça-feira que um reajuste que leve o salário mínimo acima de 540 reais dependeria de uma decisão política.
"Minha proposta para o mínimo é arredondar para 540 reais, a partir daí é decisão política", disse Bernardo a jornalistas após se reunir com o relator do Orçamento, senador Gim Argello (PTB-DF).
A proposta inicial de Argello para o valor do mínimo era de 538,15 reais. Pela atual regra, informal, o mínimo deve ser reajustado pela inflação acumulada de 12 meses mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. O problema é que o PIB em 2009 teve uma pequena variação negativa, enquanto deve crescer em torno de 7,5 por cento este ano.
Em sua primeira entrevista coletiva como presidente eleita, Dilma Rousseff acenou com a possibilidade de haver algum tipo de compensação que permitisse um reajuste maior para o mínimo já em 2011. As centrais sindicais reivindicam 580 reais, enquanto a oposição quer um mínimo de 600 reais, promessa de campanha do candidato derrotado José Serra (PSDB).
Falando antes do ministro, Argello disse que pretende conversar com representantes das centrais esta semana ou na próxima a questão do mínimo.



Reuters

Futuro da energia

No futuro, a civilização será forçado a pesquisar e desenvolver fontes alternativas de energia. Nossa taxa atual de utilização de combustíveis fósseis levará a uma crise energética deste século. A fim de sobreviver a crise muitas empresas de energia no setor de energia estão inventando novas formas de extrair energia de fontes renováveis. Embora a taxa de desenvolvimento é lento mainstream consciência e as pressões do governo estão crescendo. Esta página contém artigos sobre o futuro das tecnologias energéticas.

Veja alguns


pesquisadores estão esperançosos de capturar e liberar a energia solar com a ajuda da tecnologia termo-químico . Os cientistas já estavam trabalhando sobre essa tecnologia na década de setenta, mas esse projeto foi abortado devido ao seu elevado custo e também denominado como impraticável a alcançar. Mas os pesquisadores do MIT estão agora se preparando para aproveitar esta tecnologia termo-químico que é suposto para converter energia solar em energia elétrica
Enquanto o mundo descobre novas maneiras de atender suas necessidades energéticas crescentes, a energia gerada a partir de Sol, que é mais conhecida como a energia solar ea energia gerada a partir do vento chamado de energia eólica estão a ser consideradas como um meio de geração de energia.Embora essas duas fontes de energia têm atraído os cientistas durante um tempo muito longo, eles não são capazes de decidir, qual das duas é a melhor fonte para gerar energia.  Agora os cientistas estão olhando para uma terceira opção também.  Cientistas da Universidade Estadual de Washington já combinada de energia solar e energia eólica para produzir energia enorme chamada energia eólica, solar, que vai satisfazer as necessidades energéticas da humanidade.

Com a rápida industrialização, o mundo assistiu ao desenvolvimento de uma série de itens ou unidades, que geram calor.  Até agora, o calor tem sido muitas vezes tratado como um lixo, fazendo as pessoas se perguntam se este calor enorme que está sendo gerado pode ser transformada em uma fonte de energia elétrica. Agora, com os físicos na Universidade do Arizona, encontrar novas maneiras de coletar a energia através do calor, este sonho é realmente vai se tornar uma realidade.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Qual é o futuro da internet?

Vinte anos depois de sua criação, a rede mundial de computadores, world wide web, criada por um cientista como uma forma simples de dividir informações com colegas, já percorreu um longo caminho.
Foi um milagre acidental que cresceu sem muita orientação de comitês, governos ou corporações.
Mas agora a rede está à beira de outra transformação. Rory Cellan-Jones, jornalista especializado em tecnologia da BBC, conversou com cientistas que estão tentando prever e até guiar o futuro da web.

Veja abaixo algumas dessas previsões.

Rede mais inteligente

Quer chamemos de rede semântica ou rede de dados interligados, os cientistas acreditam que agora estão construindo uma rede muito mais inteligente.
Ao colocar mais dados online e depois “ensinando” a rede a entendê-los e questioná-los de novas maneiras, eles esperam oferecer aos usuários um recurso muito mais inteligente.
“Pense na rede como um grande banco de dados descentralizado contendo de tudo, desde o horário de trens e lugares para comer a sites que informam onde encontrar a melhor oferta. O que a rede vai oferecer é um sistema de buscas muito mais refinado, será uma rede com ‘grãos mais finos’”, disse o pesquisador Nigel Shadbolt, da Universidade de Southampton.
A ideia é que quando alguém fizer uma busca como “próximo trem para Manchester”, em vez de aparecerem várias páginas com informações referentes a trens para Manchester, a rede traga ao usuário uma resposta real. Mas, claro, só se os dados estiverem disponíveis na web.
Shadbolt faz parte de uma campanha liderada pelo criador da rede, Tim Berners-Lee, para convencer o público e órgãos privados a disponibilizar a maior quantidade possível de dados online.
A rede ‘onipresente’
Nós pensamos na rede como algo que acessamos por meio de um browser, usando um teclado.
Mas, de acordo com outra cientista da Universidade de Southampton, Wendy Hall, isto está prestes a mudar: “Vamos conseguir acessar a internet onde quer que estejamos, fazendo o que for, quase sem precisar de nenhum aparelho. Poderemos vê-la por nossos óculos, ou por meio de algum visor que passaríamos a usar”, por exemplo.
A cientista acredita que o browser vai desaparecer e que vamos interagir com a rede por meio de aplicativos, como muita gente já faz com os chamados smartphones.

Objetos nas nuvens

E não apenas as pessoas estarão online.
Mais e mais objetos - como carros, monitores cardíacos e sensores em nossas casas - estarão conectados à internet, contribuindo para um crescente fluxo de dados.
Onde serão armazenados todos esses dados? Na “nuvem”, claro, ou, em outras palavras, nos enormes bancos de dados sendo construídos pelos super poderes da web, como a Google e a Microsoft.
“Em certo sentido, a rede está se tornando um grande computador”, disse Andrew Herbert, à frente do laboratório da Microsoft em Cambridge.

A rede de celulares

Está claro que o futuro da rede está nos celulares – e para a maioria dos bilhões de pessoas que se juntarem a ela nos próximos anos, sua primeira experiência de acesso à web será por telefone celular.
Um dos grandes pensadores da indústria de celulares, Benoit Schillings, da empresa Myriad Software, afirma que isso vai nos tornar ainda mais dependentes da rede.
“Nós partimos do princípio de que é algo que temos conosco o tempo todo. Então quando você perde o seu telefone, se torna um desastre – é agora uma parte essencial de como seres humanos funcionam.”
Mas Schillings afirma que as limitações de uma rede de celulares, em comparação com os dados sendo baixados por uma linha fixa, significa que pesquisas em áreas como compressão de informação se tornam ainda mais vitais.

Uma rede sustentável?

Então, como podemos garantir que esta rede inteligente, móvel e penetrante possa continuar crescendo sem engolir o planeta?
O pesquisador Andy Hopper, da Universidade de Cambridge, lidera um programa chamado Computação pelo Futuro do Planeta.
Ele está otimista com o que a rede pode fazer.
“É um marca-passo para o planeta, uma parte indispensável para a nossa civilização”, diz ele.
Mas ele agora está procurando meios para que tecnologias de computação possam ser usadas para controlar ou reduzir suas pegadas de carbono.
Um de seus alunos, por exemplo, está tentando criar um monitor pessoal de energia que use a nova “rede de objetos” para juntar todos os tipos de informação de sensores online que monitoram o uso de energia.
Mas, quanto mais a rede crescer, maiores serão as ameaças a sua estabilidade, ou não?
“A piada corrente entre a comunidade de engenheiros é que a internet está sempre à beira do colapso”, afirma Craig Labowitz da Arbor Networks, que monitora o desempenho da rede.
Ele é otimista e acredita que a rede vai continuar “se consertando”, mas afirma que, cada vez mais, isso vai depender das grandes corporações que agora controlam o tráfego.
Nos últimos três anos, afirma Labowitz, a participação da Google no tráfego global da internet aumentou de 1% para 10%.

Quem controla?

O que nos traz à questão crucial: quem controla o futuro da rede? Até agora ela vem crescendo de acordo com os princípios de abertura e parâmetros acertados mutuamente – mas alguns temem o surgimento de uma rede corporativa onde a inovação e a liberdade de expressão serão prejudicados.
“Não há garantias de que ela continuará evoluindo da maneira como é hoje – aberta, gratuita e com parâmetros universais”, afirma Wendy Hall.
“Se você perder isso, ou se os parâmetros forem superados por preocupações corporativas, então a rede vai mudar dramaticamente”, conclui.


BBC


quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Brasil é o país que mais avança em índice de desenvolvimento da ONU


O Brasil foi o país que mais avançou no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) preparado pelo Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (PNUD). Foram quatro pontos a mais em comparação a 2009. Um desempenho significativo, sobretudo diante do cenário de estagnação revelado pelo estudo. Dos 169 países analisados, 116 mantiveram a posição apresentada em 2009 e 27 tiveram desempenho pior. Além do Brasil, somente outros 25 conseguiram melhorar a classificação, de acordo com o relatório, que foi divulgado hoje.
Apesar do crescimento, o País ainda apresenta traços importantes de desigualdade tanto de gênero quanto social. No documento deste ano, o Brasil passa a ocupar a 73ª colocação, desempenho suficiente para que integre grupo de países de desenvolvimento humano elevado. O índice analisa indicadores de desempenho de países em três áreas: saúde, educação e rendimento. Este ano, indicadores usados e a forma de cálculo para chegar ao índice mudaram. A escala, no entanto, permanece: varia de 0 a 1. Quanto mais próxima de um, melhor a situação do país.
O Brasil alcançou índice 0,699. Noruega, a primeira colocada, 0,938. O pior indicador foi do Zimbábue: 0,140. São quatro classificações: o grupo com nota mais alta é classificado como de desenvolvimento humano muito elevado. Em seguida, vêm os de desenvolvimento humano elevado, os de desenvolvimento humano médio e, por fim, os de desenvolvimento humano baixo. A mudança ocorre no aniversário de 20 anos do relatório. "Os critérios de desenvolvimento humano mudam.
A ideia foi usar indicadores mais sensíveis a essas mudanças", explica o economista Flávio Comim, do Pnud. A alteração deste ano fez com que índices de vários países, incluindo o Brasil, despencassem em relação ao ano passado. "Mas esses são números que não podem ser comparados. A metodologia é outra, o padrão é outro. É como se estivéssemos usando uma nova régua", compara Comim.
Para poder fazer um acompanhamento histórico, integrantes do programa calcularam o IDH do Brasil da última década seguindo a nova metodologia. "São esses números que podem ser confrontados. E, por esse aspecto, o Brasil cresceu bastante." O salto do Brasil se deve ao desempenho apresentado nas taxas de expectativa de vida, renda e escolaridade média de pessoas com mais de 25 anos.

Esperança de vida
A esperança de vida do brasileiro é de 72,9 anos. A média de anos estudados de pessoas com mais de 25 anos está em 7,2. Já o rendimento nacional bruto é US$ 10.607. "O País cresceu de forma harmônica, em várias áreas. Não foi algo pontual", analisa Comim. Para ele, isso é que contribuiu para o desempenho nacional apresentado este ano fosse significativamente maior do que em 2009.
O que ainda amarra a colocação nacional é a qualidade da educação, avaliada pelo novo índice "anos de estudo esperados"', uma espécie de expectativa de vida educacional. Ao longo dos últimos cinco anos, o número de anos escolares esperado caiu de 14,5 para 13,8.
Apesar da evolução durante o ano, o Brasil continua a exibir um IDH menor do que a média da América Latina e Caribe, que é de 0,704. A comparação com alguns países vizinhos também é desfavorável. A estimativa é de que um brasileiro viva menos 5,9 anos, tenha média de escolaridade 2,5 anos menor e consuma 28% menos do que uma pessoa nascida no Chile, o 45º no ranking.
Argentina, Uruguai, Panamá, México, Costa Rica, Peru também apresentam melhor classificação: 46º, 52º, 54º, 56º, 62º e 63º, respectivamente.
Ao longo da década, o Brasil apresentou um crescimento médio anual de 0,73% no IDH. Um ritmo considerado muito bom. Mas, entre grupo de países de alto desenvolvimento humano, há exemplos de velocidade significativamente maior.
Casaquistão, por exemplo, cresceu 1,51% e Azerbaijão, 1,77%. A Romênia, com ritmo de crescimento de 1,06%, estampa a diferença que tal índice pode provocar. Em 2005, o país dividia com Brasil a mesma colocação. Agora, ele ocupa o 50º lugar no ranking, 22 a frente, portanto, do Brasil.

Índices
Na edição deste ano do relatório, o PNUD lançou três índices. Um deles, o Índice de Desenvolvimento Humano ajustado à Desigualdade, em vez de considerar apenas a média dos indicadores, pesa também a forma como é feita a distribuição dos recursos, seja na saúde, na educação ou no rendimento. Quanto maior a desigualdade, maior a perda que país apresenta ria na classificação geral.
Caso tal índice fosse levado em consideração, o Brasil teria uma classificação 15 posições mais baixas do que a alcançada no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). As desigualdades levariam a uma perda de 27,2% no índice geral. A nota cairia de 0,699 para 0,509.
De acordo com novo indicador, a maior desigualdade no Brasil é registrada no rendimento: a perda provocada pelas diferenças nesta área seria de 37,6%. Em segundo lugar, vem a educação, com perda de 25,7%. O menor impacto foi registrado na área da saúde: 16,5%. Os números do relatório, no entanto, mostram que a desigualdade, embora marcante no Brasil, vem caindo na última década.
Caso o IDHD fosse aplicado em 2000, a perda do Brasil seria de 31%. Em 2005, esse índice cairia para 28,5%.
O ranking de desigualdade foi preparado a partir de microdados. Eles permitem uma avaliação mais detalhadas, mas têm um inconveniente: nem todos os países têm informações necessárias. A saída foi reduzir o número de países analisados. Trinta dos 169 países que participaram do IDH ficaram de fora no IDHD por falta de dados.
O segundo novo índice preparado pelo Programa das Nações Unidas mostra que 8,5% da população brasileira sofre vários reflexos da pobreza de forma simultânea, como deficiências na saúde, educação, dificuldades de acesso a serviços de água e esgoto, eletricidade. É a chamada pobreza multidimensional. "As privações se sobrepõem. A ideia do índice foi verificar a frequência e intensidade dos problemas vividos pela parcela mais pobre da sociedade", explica Comim.
O Índice de Pobreza Dimensional (IPM), como foi batizado, varia de zero a um. Quanto mais próximo de um, pior a situação do País. Nesta primeira edição, o índice do Brasil foi de 0,039. "Um valor baixo, em termos internacionais", afirma Isabel Pereira, integrante da equipe que preparou o relatório. Níger, por exemplo, tem 0,642.
O resultado brasileiro, no entanto, é 2,6 vezes maior do que o mexicano e 3,5 maior do que o argentino.
De acordo com esse novo índice, a maior pobreza encontra-se na área da educação: 20,2% das famílias trazem privações nessa área. Em segundo lugar, vem a saúde: 5,2%. O padrão de vida vem em último lugar, com 2,8%.
O terceiro índice preparado pelo PNUD avalia a desigualdade de gênero, o IDG. A desigualdade apresentada nesta área também levaria o Brasil a cair na classificação geral. Em vez do 73º lugar, ele passaria a ocupar o 80º. A nova ferramenta do PNUD para avaliar a desigualdade é feita a partir de cinco indicadores, distribuídos em três dimensões: saúde reprodutiva, "empoderamento" e mercado de trabalho.
Desses quesitos, taxa de mortalidade materna e fertilidade na adolescência são os que mais pesam para a queda de classificação no Brasil.
Em seguida, vem a participação política. Os índices mostram que 110 mulheres a cada 100 mil nascidos vivos morrem em decorrência de complicações do parto. Um índice 18 vezes maior do que o primeiro colocado no Índice de Desigualdade de Gênero, Países Baixos: 6 mortes. A enorme diferença se repete nas taxas de fertilidade entre adolescentes. A cada 100 mil mulheres com idade entre 15 e 19 anos, 75,6 engravidam no Brasil. Número 19,8 vezes maior do que o registrado nos Países Baixos: 3,8.
Um único aspecto o Brasil mostra uma desigualdade em favor das mulheres: a taxa de escolaridade. "Há um porcentual maior de mulheres que completaram o ensino secundário. Mas isso não se reflete na taxa de participação de força laboral", afirma Comim.



Estadão

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Iron Maiden confirma show em seis cidades do Brasil

A banda de heavy metal Iron Maiden divulgou nesta terça-feira em seu site oficial as datas dos primeiros shows da nova turnê, The Final Frontier World Tour. Serão seis apresentações no Brasil no primeiro semestre.
Os show serão nos dias 26 de março em São Paulo, 27 de março no Rio de Janeiro, 30 de março em Brasília, 1º de abril em Belém, 3 de abril em Recife e 5 de abril em Curitiba.
A primeira parte do novo giro do Ed Force One começa no dia 11 de fevereiro em Moscou e termina também na Rússia, no dia 10 de julho, em São Petesburgo. Segundo o site da banda, The Final Frontier, 15º álbum de estúdio do Iron Maiden, fez o grupo experimentar sua melhor posição nas paradas na história.
O álbum atingiu o posto de número 1 em vendas em 28 países ao redor do mundo, assim como o primeiro lugar em três paradas da Billboard (European, Tastemaker e Rock Charts) e quarto lugar nos Estados Unidos, a maior posição alcançada no país pela banda.

Zero Hora