sábado, 27 de novembro de 2010

Qual é o preço da arte


A arte tem tido grandes transformações ao longo da História. Houve um momento que ela significava transmissão de conhecimentos e informações sobre o cotidianos, como é o caso da arte primitiva. Com a evolução serviu de máquina de retratos para eternizar determinadas situações e personagens. Com o advento da tecnologia, principalmente a invenção máquina de retratos e da fotografia, hoje no mundo digital, a arte voltou a tomar novos rumos ou talvez voltar as origens, com sua forma disforme onde o mais importante é expressar do que retratar. Exitem uma nuancia de formas e de técnicas para expressar na arte e hoje já não se trata mais apenas do desenho e da pintura. A arte está no cotidiano em tudo que fazemos portante sobre tudo é uma questão de postura frente a vida. É fundamental dizer que ela traduz a realidade seja abstrata como sentimentos seja como forma crítica ou de comemoração à realidade. E tudo isso tem um preço. A vida. A arte não é apenas para ver sobretudo para sentir, interpretar criar versões tornando assim multiplicidades a partir da unicidade. A arte é a expressão cultural mais rica de um povo ou de um cidadão. Ela flui nas telas, no papel nas representações e execuções. E com o advento da tecnologia a arte saiu das mãos dos artistas e das pontas dos pinceis e se transformaram em programas de computador na ponta de mouse ou um teclado. Onde o traço de um pincel se tranformou numa linha de comando. Quem imaginou pintar Monalisa com argumentos de pascal, C++, Delphi, Visual Basic ou apenas com javascript. E na Hera do Corel draw e Photoshop a arte ganha as telas dos computadores enriquecendo mais ainda essa arte de fazer arte.

Donizeti

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