quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Lula bate recorde de popularidade, indica pesquisa CNT/Census


Uma pesquisa do CNT/Sensus divulgada nesta quarta-feira que aponta que, nos seus últimos dias de governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu recorde de popularidade: 87%.
A aprovação do governo – 83,4% - também foi a mais alta já registrada pelo instituto, que ouviu 2 mil entrevistados em 136 cidades, entre 23 e 27 de dezembro.
Na pesquisa anterior, realizada em setembro, Lula tinha 80,7% de popularidade e seu governo, 79,4%.
Antes disso, sua melhor avaliação havia sido registrada pelo Sensus em janeiro de 2009: 84%.
Na pesquisa divulgada nesta quarta-feira também foi avaliada a expectativa da população em relação ao governo da presidente eleita, Dilma Rousseff.
Na opinião de 27,7% dos entrevistados, seu governo será “ótimo”. Já 41,5% acreditam que ela fará uma boa gestão e 17,6%, um governo “regular”. Para 6,4% dos ouvidos, ela será responsável por um governo “ruim” ou “péssimo” – 7% não responderam.



BBC Brasil

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Messenger meu parou de funcionar

O messenger 2011 parou de funcionar por dois dias. Não estava conectando. Apresentava falha no arquivo hosts e o número de erro 80040154. Fiz todos os testes possíveis e não conseguia nada. No recurso avançado o teste dava conexão correta mas o aplicativo não entrava. Pesquizei e a orientação que encontrei  para resolver o meu problema era de registrar ou reinstalar o msxml3.dll. Fiz todos os procedimentos possíveis sem nenhum êxito. desinstalei o messenger, reinstalei e não resolveu. Numa das tentativas resolvi ao invez de desinstalar o messenger optei por reparar. Foi essa a solução encontrada e o messenger voltou a conectar.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Erro no seu MSN, arrume com efix

Se está dando erro no seu messenger arrume com este alicativo simples e eficiente MSN_E_Fix.20. Nele contem todos os numeros de erros que ocorrem no MSN e só selecionar e clicar em ir que seu messenger será consertado. Clique aqui para baixar o aplicativo

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Frio arruína viagens e compras de Natal na Europa


A onda de frio no norte da Europa paralisou voos nesta terça-feira e causou preocupação aos comerciantes, que viram seu movimento despencar em plena semana do Natal.
A entidade Eurocontrol, que coordena o tráfego aéreo em 38 países, disse que a situação deve melhorar na terça-feira, após mais de três mil cancelamentos de voos na véspera em toda a Europa.
Mas os transtornos continuam, e a British Airways previu um "número significativo de cancelamentos" nos seus voos curtos a partir do aeroporto londrino de Heathrow, onde a neve impede pousos e decolagens. Analistas dizem que o mau tempo causa prejuízos em torno de 15,5 milhões de dólares por dia à companhia britânica.
A BAA, empresa que administra Heathrow, disse que a pista sul do aeroporto deve continuar interditada na terça-feira, reduzindo significativamente a capacidade do mais movimentado aeroporto internacional do mundo.
Milhares de passageiros estão retidos no terminal aéreo, e o governo britânico atenuou as restrições contra voos noturnos em Heathrow. Até o dia de Natal, os pousos serão permitidos até a 1h (23h em Brasília).
Outro aeroporto de Londres, o Gatwick, reabriu às 6h (4h em Brasília), depois de passar a noite fechado. A companhia brasileira TAM cancelou seus voos de domingo e de segunda-feira saindo dos aeroportos de Guarulhos (SP) e Tom Jobim/Galeão (RJ) com destino a Londres devido ao mau tempo.
A nevasca que atinge a Grã-Bretanha prejudica as operações desde sábado, e o caos aéreo deve continuar. De acordo com o instituto meteorológico britânico, a neve e o frio intenso vão permanecer no país pelo restante da semana.
O aeroporto de Frankfurt, o maior da Europa continental, também retomou suas operações depois de passar horas fechado durante a manhã, segundo a empresa operadora Fraport.
Na Bélgica, o principal aeroporto do país ficou sob ameaça de parar na segunda-feira por falta de fluido de degelo para as pistas. O problema foi solucionado, e alguns voos devem partir na terça-feira.
Também os transportes ferroviários estão sendo afetados. A empresa Eurostar, que serve França, Bélgica e Grã-Bretanha, pediu que seus passageiros remarquem ou cancelem viagens não essenciais. Os serviços da companhia estão reduzidos, e há grandes filas na estação King's Cross St Pancras, no centro de Londres.
Para os varejistas, o temor é de que não haja tempo hábil até o Natal para recuperar o faturamento perdido pelo mau tempo.
"A neve em todo o país (Reino Unido) está tendo um impacto dramático, com queda de até 50 por cento nas vendas em áreas muito afetadas", disse Andrew Wade, analista da empresa Numis Securities.
A Alexon, rede de moda feminina com 990 lojas na Europa, alertou que suas vendas tiveram redução de 20 por cento nas últimas três semanas, o que fez com que suas ações sofressem uma queda semelhante.



Reuters

Lula: não haverá paz no Oriente Médio enquanto EUA mediarem


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira que não acredita em um acordo de paz no Oriente Médio enquanto o principal mediador forem os Estados Unidos.
"Estou convencido que não haverá paz no Oriente Médio enquanto os Estados Unidos forem o tutor da paz", discursou Lula durante encontro de final de ano de oficiais das Forças Armadas, em Brasília.
"É preciso envolver outros agentes, outros países para poder negociar a questão da paz no Oriente Médio. Não é uma questão dos Estados Unidos", disse.
Os EUA tentam mediar um acordo entre Israel e palestinos que até agora não surtiu efeito.
Lula tem defendido um papel mais atuante do Brasil no processo de pacificação do Oriente Médio. Em maio, visitou o Irã para tentar mediar um acordo em relação ao programa nuclear da República Islâmica.
O Ocidente suspeita que o programa de Teerã visa desenvolver armas nucleares, mas o governo iraniano afirma que o objetivo é a obtenção de energia.
O presidente lembrou que a conversa com seu colega iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, levou em conta os termos de uma carta enviada a ele pelo presidente norte-americano, Barack Obama, dez dias antes de sua visita a Teerã.
"Antes de viajar, nós recebemos uma carta do presidente Obama que colocava algumas condições (para um acordo internacional)", disse Lula.
"O presidente Ahmadinejad aceitou exatamente o termo que levamos e por isso assinou que estava disposto a sentar na mesa na comissão em Genebra", declarou.
O Brasil e a Turquia tentaram mediar um acordo de troca de combustível nuclear com o Irã, para evitar a imposição de sanções ao país. No entanto, o acordo não impediu que as potências ocidentais seguissem pressionando por novas sanções ao país.
Lula argumentou que o único motivo para que o acordo não fosse aceito pela comunidade internacional é porque Brasil e Turquia estariam interferindo em um assunto que não caberia a países emergentes.
"Mesmo assim, os países do Conselho de Segurança (da ONU) resolveram punir o Irã. Por que? A única explicação é que era preciso punir o Irã porque o Brasil e a Turquia tinham se metido numa seara que não era a de país considerado emergente", afirmou.
"O que o Ahmadinejad assinou é exatamente aquilo que o presidente Obama colocou para nós dez dias antes de a gente viajar para o Irã", declarou.



Reuters

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

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Superantispyware

O SUPERAntiSpyware é um programa cuja função é detectar e remover ou enviar para quarentena diversos tipos de spywares de seu computador. Atualmente, devido à grande quantidade de spywares espalhados pela internet ou anexados a programas que eventualmente sejam instalados, mesmo que você não saiba, seu computador pode estar infectado.
Os spywares são programas de computador cujo objetivo é recolher informações a respeito de um usuário e seu comportamento com relação à internet de forma automática, sem seu conhecimento ou consentimento. Os dados recolhidos são repassados de forma a criar um perfil, que é enviado a alguma entidade para finalidades variadas.

Eles diferem dos trojans porque seu objetivo não é “tomar” o sistema de seu computador, mas sim apenas monitorar os hábitos do usuário. Existem, inclusive, spywares desenvolvidos por companhias para vender os perfis de usuário formados por esses meios. Essas empresas costumam produzir inúmeras variantes de seus spywares, modificando-os e aperfeiçoando cada vez mais de forma a evitar sua detecção e tornar a remoção uma tarefa realmente difícil.
Alguns vírus carregam consigo spywares, cujo objetivo é roubar dados confidenciais de usuários. Um programa malicioso em conjunto com um spyware pode capturar logins bancários, montar e enviar logs das atividades do usuário, ou ter acesso a determinados arquivos de natureza pessoal e confidencial
Este programa é uma ferramenta para eliminar spywares de seu computador. Entre as opções do programa, estão disponíveis ferramentas para varrer seu sistema em busca de ameaças, remoção ou quarentena de pragas e atualizações, entre outras. Nas configurações de preferências, algumas opções são: aplicar proteção de sua página inicial contra alteração, iniciar (e iniciar varredura) junto com o Windows e remover sem enviar para quarentena.

Eu uso este programa e acho muito bom. Teve uma vez que instalou um software malicioso no meu PC e onde eu clicava dava uma mensagem de infecção por vírus e quando abria a internet ia direto para um site onde teria que adquirir um antivírus. Batalhei muito para remover esse problema e o que resolveu foi o Superantispyware na versão free. Rodo ele uma vez por semana para manter meu computador livre dessas pragas que invadem o pc.

Fonte: Baixaki

ONU pede a países redução de CO2 para cumprir meta de Cancún


A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu nesta segunda-feira que os governos mundiais se apressem a fazer reduções maiores em suas emissões de gases estufa, afirmando que, se isso não for feito, o mundo vai ultrapassar o limite de aquecimento global acordado este mês no México.
O Secretariado da ONU para as Mudanças Climáticas pediu que os países discutam os detalhes de novos acordos fechados em 11 de dezembro nas negociações em Cancún que envolveram 190 países, como o "Fundo Climático Verde" para ajudar países pobres.
"Todos os países, mas em especial os industrializados, precisam aprofundar seus esforços de redução de emissões, e precisam fazê-lo rapidamente", disse em comunicado a chefe do Secretariado, Christiana Figueres.
Ela falou que as promessas atuais de redução das emissões de gases estufa chegam a apenas 60 por cento do que é necessário para limitar a alta das temperaturas a 2 graus Celsius, o nível acordado no México para evitar mudanças mais perigosas no clima mundial.
A conferência do México pediu que os países apresentem listas formais de suas reduções de emissões, muitas delas já feitas sob um acordo não obrigatório fechado em 2009 numa cúpula em Copenhague.
Ela pediu ideias sobre como as listas poderiam ser completadas até 28 de março de 2011, mas não definiu um prazo final fixo para isso. Um problema é que muitos países têm condições, que não são claras, vinculadas a suas promessas nacionais para o combate ao aquecimento global.
O Japão, por exemplo, está oferecendo reduzir suas emissões em 25 por cento até 2020 em relação aos níveis de 1990, como parte de um pacto futuro envolvendo o que afirma que terão que ser metas "ambiciosas" de todas as grandes economias, como China e Índia.
Os Estados Unidos prometeram cortes de 3 a 4 por cento nas emissões dos EUA até 2020 em relação aos níveis de 1990, dependendo da aprovação de uma legislação no país. No entanto, isso não mais será possível após a vitória nas eleições parlamentares dos republicanos, que rejeitam a adoção de medidas mais duras.
A conferência de Cancún ajudou a recolocar as negociações climáticas da ONU nos trilhos, depois de Copenhague não ter conseguido acordar um novo tratado da ONU para evitar mais enchentes, ondas de calor, avalanches ou subida do nível dos mares.
Figueres elogiou o acordo fechado em Cancún, mas disse que ele "precisa ser implementado o mais rapidamente possível e precisa ser acompanhado por sistemas de responsabilidade dignos de crédito, que ajudem a mensurar os progressos reais".
Em Cancún, os governos acordaram medidas como a criação de um novo fundo para ajudar a fiscalizar 100 bilhões de dólares de ajuda anual a países em desenvolvimento a partir de 2020, um novo mecanismo para reduzir o desmatamento e maneiras de ajudar países pobres a adaptar-se aos impactos das mudanças climáticas.
O acordo amplia muitos dos elementos do Acordo de Copenhague, não obrigatório, fechado entre 140 países em 2009, para que se torne um pacto de base mais ampla. A Bolívia foi o único país a fazer críticas acirradas ao acordo de Cancún, dizendo que é insuficiente para desacelerar as mudanças climáticas.



Reuters

Lula não descarta nova candidatura a Presidente


"Não posso dizer que não porque sou vivo. Sou presidente de honra de um partido, sou um político nato, construí uma relação política extraordinária".
A declaração é do presidente Luis Inácio Lula da Silva, que na noite deste domingo (19), durante uma entrevista concedida a uma emissora de televisão anunciou sua disposição de se candidatar novamente ao cargo, que vai deixar em 1º de janeiro com um índice de aprovação superior a 80%.
Pela Constituição, ele não pôde disputar um terceiro mandato, por isso indicou sua ex-ministra Dilma.
"Mas vamos trabalhar para a Dilma fazer um bom governo e, quando chegar a hora certa, a gente vê o que vai acontecer", ressaltou o presidente.
O presidente Lula, de 65 anos, disse entretanto, durante a entrevista ao programa "É Notícia", da RedeTV, que por enquanto só pensa em descansar.
"Vou descansar. Tirar umas férias que não tiro há 30 anos. Uns dois meses num lugar onde eu não tenha que fazer nada, discutir política, fazer absolutamente nada".
No mesmo programa, Lula disse também que a crise do Senado, em 2009, foi tentativa de golpe da oposição e que apoiou José Sarney para manter "a institucionalidade". Sobre o mensalão, Lula voltou a dizer que, quando deixar a Presidência, vai "estudar um pouco o que aconteceu no período".



sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Lula rejeita chefiar ONU e diz temer poderio dos EUA


Em sua última participação em uma reunião do Mercosul antes do fim do mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou estar à frente a secretaria-geral da ONU e disse que teme que os Estados Unidos queiram ocupar todos os espaços na entidade.
Lula foi aclamado pelos demais presidentes presentes no encontro, realizado em Foz do Iguaçu (PR), e recebeu o incentivo do boliviano Evo Morales para ocupar a secretaria-geral da ONU.
"Eu só posso compreender a indicação como um gesto de cortesia do meu companheiro Evo Morales", disse Lula a jornalistas.
Lula voltou a defender um técnico para a secretaria-geral da ONU.
"Eu acho que a ONU precisa ser dirigida por algum técnico competente da ONU. Não pode ter um político forte na ONU, porque não pode ser maior que os presidentes dos países e eu fico meio preocupado se virar moda presidentes de países presidirem a ONU", disse Lula.
"Daqui a pouco os EUA estão disputando, além do Conselho de Segurança, também o controle das Nações Unidas e aí tudo ficará mais difícil", completou.
Disse ainda que, aos 65 anos, não vai "pendurar a chuteira" e que vai continuar fazendo política organizando os partidos da América Latina e levando experiências bem-sucedidas do Brasil a países da África.
"O Brasil tem políticas sociais extremamente exitosas e isso poderá servir de base para aplicação em outros países se eu respeitar as peculiaridades de cada país", disse.



Reuters

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Google Body Browser mostra corpo humano em 3D


Durante o evento de lançamento do Chrome OS e da Chrome Web Store, o Google exibiu uma nova ferramenta que permite visualizar o corpo humano em 3D.
Hoje a empresa liberou o acesso experimental ao recurso, chamado de Google Body Browser, que utilizando a aceleração gráfica dentro do próprio browser, permite ao usuário conhecer melhor a anatomia humana.
Pelo programa é possível navegar por todo o corpo humano, dividido em categorias como músculos, ossos, órgãos, sistemas circulatório, nervoso, entre outros. A navegação é similar ao Google Earth, com modo de zoom e visualização tridimensional.
Os nomes de cada parte do corpo humano também são exibidos ao clicar em cima da parte escolhida. Também é possível buscar por determinada parte ao digitar o nome no campo de buscas. Porém, a língua nativa do programa é o inglês.
Para utilizar a ferramenta é necessário ter instalada a tecnologia WeGL, que pode ser encontrada nas últimas versões dos principais browsers (e que ainda se encontram em versão beta). No caso do Chrome, a versão utilizada é a Canary.

Info

Rara doença cerebral faz com que mulher não tema nada


Cientistas americanos detectaram em uma mulher uma rara doença cerebral que faz com que não tema nada --nem uma serpente que se aproxima de seus filhos nem uma faca em seu pescoço.
A mulher não experimenta a sensação de medo porque tem destruída a parte de seu cérebro em que os cientistas acreditam que esse sentimento seja gerado.
Nas últimas duas décadas, os cientistas acompanharam a mulher, identificada como SM, em busca de dados sobre sua condição que podem fornecer pistas para o tratamento do estresse pós-traumático, particularmente em soldados que retornam da guerra.
"É bastante surpreendente que ainda esteja viva", disse Justin Feinstein, cujo estude é publicado no jornal Current Biology.
"A natureza do medo é a sobrevivência e a amídala cerebral nos ajuda a evitar as situações, as pessoas ou os objetos que colocam nossa vida em perigo", assegurou.
"Ao perder sua amídala, SM perdeu também a sua capacidade de detectar e evitar o perigo".
Em lugar de medo, SM, cuja rara condição é conhecida como doença de Urbach-Wiethe, mostra um incontível sentimento de curiosidade".
Para estudar suas reações, os pesquisadores a levaram a uma loja de animais exóticos cheia de aranhas e cobras, animais dos que havia dito repetidamente que "odeia" e tenta evitar.
"Assim que entrou no local, SM se dirigiu ao serpentário e ficou fascinada com a grande coleção de cobras", indicou o estudo.
Consultada sobre se queria segurar uma cobra, SM respondeu afirmativamente e brincou com uma durante três minutos.
Os cientistas ressaltaram que a mulher "nunca foi condenada por um delito, mas que foi vítimas de vários".
Feinstein disse que espera que a experiência de SM possa ajudar a tratar pessoas com estresse pós-traumático, um problema comum entre soldados que retornaram do Iraque e do Afeganistão.
"Suas vidas estão marcadas pelo medo, muitas vezes são incapazes inclusive de sair de suas casas devido à sempre presente sensação de perigo", disse.
"Se entendermos como o cérebro processa o medo, talvez algum dia sejamos capazes de conceber tratamentos voltados para áreas selecionadas do cérebro que permitem que o medo se apodere de nossas vidas".



Uol

Governo Lula termina com aprovação recorde, diz CNI/Ibope


O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva termina com avaliação positiva recorde, e a maioria da população espera uma administração ótima ou boa da presidente eleita Dilma Rousseff, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira.
A avaliação positiva de 80 por cento obtida pelo atual governo em dezembro ultrapassou o recorde anterior, registrado em setembro, de 77 por cento, segundo o gerente-executivo de pesquisas da CNI, Roberto da Fonseca.
Para 16 por cento dos entrevistados, o governo é considerado regular, ante 18 por cento há três meses. A avaliação ruim/péssima permaneceu em 4 por cento.
A aprovação pessoal do presidente Lula, que completa seu segundo mandato, também atingiu novo recorde, chegando a 87 por cento e superando os 85 por cento da pesquisa anterior. A confiança no presidente voltou ao percentual recorde de 81 por cento, após ter caído para 76 por cento na pesquisa de setembro.
Apesar dos índices recordes de aprovação geral, o governo Lula chega a seus últimos dias com avaliação negativa em duas áreas específicas: saúde e impostos.
Segundo a pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Ibope, 54 por cento dos entrevistados desaprovam a política de saúde do governo, contra 42 por cento que a aprovam. Já a política de impostos de Lula teve reprovação de 51 por cento, contra 39 por cento que a aprovaram na pesquisa anterior.
"A população vê que é preciso melhorar nessas áreas", disse Fonseca.
O governo, porém, termina com avaliações positivas predominantes em outras sete áreas de atuação: combate à fome e à pobreza (aprovação de 71 por cento), educação (57 por cento), meio ambiente (60 por cento), combate ao desemprego (66 por cento), combate à inflação (56 por cento), taxa de juros (46 por cento) e segurança pública (49 por cento).
No caso da segurança pública, a aprovação se deu por margem apertada, com 49 por cento de avaliação positiva contra 46 por cento de reprovação. Fonseca ressaltou que, nessa área, houve uma virada, já que anteriormente predominava a desaprovação. A mudança, segundo ele, aconteceu por conta da ação da polícia e de forças federais na ocupação do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro.

GOVERNO DILMA

A pesquisa também mostrou que 62 por cento dos entrevistados acreditam que o governo da presidente eleita Dilma Rousseff, que assume no dia 1o de janeiro, será ótimo/bom. Para outros 19 por cento, o próximo governo será regular e para 9 por cento, ruim/péssimo.
O levantamento mostrou ainda que 58 por cento dos entrevistados acreditam que o governo Dilma será igual ao do presidente Lula, ante 18 por cento que esperam uma gestão melhor da presidente eleita. Para 14 por cento, o novo governo será pior.
"Se houvesse uma expectativa de que o governo dela seria pior a gente estranharia, uma vez que ela foi eleita recentemente. Essa é a expectativa de início de governo, em que você espera que as coisas continuem como estão ou que haverá uma melhora", disse o gerente da CNI.
O Ibope entrevistou 2.002 pessoas entre os dias 4 e 9 de dezembro em 140 municípios. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.


Reuters

Relatórios indicam poucas chances de sucesso no Afeganistão



Documentos sigilosos da inteligência dos EUA são divulgados pelo New York Times enquanto Obama revisa estratégia do conflito


Dois novos relatórios sigilosos dos serviços de inteligência dos EUA sobre a guerra no Afeganistão dizem que há chances limitadas de sucesso no conflito, a não ser que o Paquistão persiga insurgentes que operam na região da fronteira, disse o jornal The New York Times.
As Estimativas Nacionais de Inteligência apresentam avaliações mais negativas do que a revisão estratégica do conflito a ser apresentada na quinta-feira pelo governo.
Os dois relatórios de inteligência - um sobre o Afeganistão, o outro sobre o Paquistão - dizem que, embora haja progressos na guerra, a falta de disposição do Paquistão para coibir a presença de militantes em áreas tribais continua sendo um sério obstáculo, segundo o jornal.
Antecipando a avaliação oficial, a Casa Branca disse na terça-feira que o envio de 30 mil soldados adicionais no último ano levou a progressos importantes no conflito, e isso deve permitir a retirada parcial das forças a partir de julho.
O Times disse na terça-feira que as conclusões da comunidade de inteligência foram entregues na semana passada a membros das comissões de inteligência da Câmara e do Senado.
Comandantes militares e funcionários do Pentágono já haviam criticado a divulgação dos relatórios, alegando que eles estão desatualizados e haviam sido escritos por analistas que passaram pouco tempo na zona de conflito, segundo o próprio jornal.


Último Segundo




Cientistas dizem que ursos polares podem ainda ser salvos

Imagens de ursos polares boiando em placas de gelo, sem acesso a comida, tornaram-se um dos mais fortes símbolos dos efeitos do aquecimento global, comovendo muita gente mundo afora. Previsões assustadoras foram divulgadas, como a pesquisa do Serviço Geológico dos Estados Unidos (na sigla em inglês, USGS), de 2007, dizendo que até meados deste século grande parte dos Ursus maritimus desapareceria caso as emissões de dióxido de carbono e outros gases continuassem aumentando no mesmo ritmo.
Mas um estudo do próprio USGS publicado hoje na revista Nature traz previsões otimistas. Usando modelos de projeção baseados em diferentes cenários de emissão de gases de efeito estufa, cientistas concluíram que se a emissão for reduzida substancialmente em um futuro próximo, a perda de gelo no Ártico seria substituída pela retenção e recuperação do gelo perdido.
“O nosso objetivo com este trabalho foi testar se o futuro que havíamos previsto em 2007 era mesmo inevitável, como muitos concluíram. Embora pareça óbvio que reduzir as emissões beneficiaria os ursos polares e seus habitas no gelo, não havia dados ilustrando que essa expectativa é real”, diz ao iG Steven C. Amstrup, responsável pela pesquisa. Amstrup agora é cientista da Polar Bear International, organização dedicada à conservação de ursos polares e seus habitats, mas assina o trabalho como parte do USGS.
Um dos modelos defendidos do efeito do aquecimento global é o do “tipping point”, ou ponto de virada: se a temperatura da terra atingir um certo ponto, a perda de gelo no Ártico será irreversível.
Os autores do trabalho da Nature sugerem que não existe esse ponto de virada, e sim uma relação linear entre temperatura e cobertura de gelo. “Se as pessoas, especialmente as tomadoras de decisão no governo e na indústria, acreditarem que não há nada que possa ser feito, elas não farão nada. Há a percepção em muitos círculos de que os ursos polares estão condenados e que não há nada que possa ser feito para salvá-los. Fazendo os testes do trabalho, demonstramos que algo pode sim ser feito”, diz Amstrup.
Embora as mudanças observadas no Ártico, como perda de gelo e diminuição das populações de urso polar, sejam as mais óbvias, a redução da emissão de gases de efeito estufa beneficiaria inúmeras espécies distribuídas pelo mundo inteiro, defende o pesquisador.
Ursos polares usam os gelos do mar para chegar até sua fonte de alimento, as focas. Com o aumento da temperatura da terra, os ursos têm permanecido por períodos cada vez mais longos sem acesso ao gelo. Eles foram listados como espécies ameaçadas de extinção em 2008, e são considerados sentinelas do ecossistema do Ártico.



Último Segundo

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Células-tronco curam paciente com HIV e apresentam possível tratamento


Um transplante de sangue muito pouco comum parece ter curado um americano que vive em Berlim da infecção do vírus do HIV, embora os médicos alertem que esse método ainda não possa ser usado de maneira ampla.
Ray Brown, o 'paciente de Berlim'O homem, que tem cerca de 40 anos, teve um transplante de sangue de células-tronco em 2007 para tratar leucemia. Seu doador era não apenas de um tipo sanguíneo compatível com o seu como também tinha uma mutação gênica que fazia com que ele fosse resistente ao HIV.
Agora, três anos depois, o 'paciente de Berlim', como ficou conhecido Timothy Ray Brown não mostra nenhum sinal de leucemia ou infecção por HIV, de acordo com um relatório divulgado pela revista Blood.
"É uma demonstração interessante de que com medidas extraordinárias um paciente pode ser curado do HIV", mas até o momento é uma terapia muito arriscada para se tornar comum, pois é difícil até mesmo encontrar doadores compatíveis, disse Michael Saag da Universidade de Alabama.
Transplantes de medula óssea - ou, mais comumente hoje em dia, de células tronco - são feitos para tratar câncer, e seu risco se realizados em pessoas saudáveis é desconhecido. Esse tratamento envolve a destruição completa do sistema imunológico do receptor com medicamentos e radiação, e somente então sua substituição com células de doadores que desenvolverão um novo sistema imunológico. A taxa de mortalidade ou complicações desse procedimento podem ser 5% maiores que nos procedimentos tradicionais, disse Saag.
"Não podemos aplicar esse procedimento em indivíduos saudáveis pois o risco é muito alto", afirmou Saag. Quando o 'paciente de Berlim' apareceu pela primeira vez há dois anos, Anthony Fauci, do National Institute of Allergy and Infectious Diseases, afirmou que o procedimento era muito caro e arriscado para se tornar prático como um tipo de cura, mas que pode dar dicas sobre como usar a terapia genética e outros métodos para chegar ao mesmo resultado.
Nesta semana, o Timothy Ray Brown deu uma entrevista à revista alemã Stern contando sua história de cura.



Estadão

Seca, enchentes e neve atingem commodities no mundo


A seca e as inundações na Austrália, a neve na Europa e o frio nos Estados Unidos têm elevado os preços de uma série de commodities, desde o açúcar até o óleo para aquecimento e a soja.
A Austrália ocupa algumas vezes o segundo lugar no ranking dos exportadores globais de açúcar, atrás apenas do Brasil, mas as chuvas levaram a importante exportadora australiana Queensland Sugar Ltd (QSL) a considerar comprar açúcar bruto brasileiro e de origem tailandesa para honrar seus compromissos com outros compradores.
O Brasil também sentiu o impacto das condições climáticas adversas em suas operações de açúcar. O tempo seco afetou a produtividade e reduziu o volume esperado da moagem de cana.
Os futuros do açúcar negociados no mercado de Nova York (ICE) chegaram ao pico de 5 semanas na terça-feira com o impacto do clima sobre os principais fornecedores aliado a preocupações com a produção da Índia.
Enquanto o leste australiano enfrenta inundações, na região oeste a seca reduziu a produtividade anual do trigo em dois terços para seca de 3 milhões de toneladas.
"Alguns vendedores acreditam que o cenário da oferta global continuará apertado em um futuro próximo e esse impacto dos clima na safra australiana será novamente uma questão central em breve", disse um trader de grãos da Alemanha.
Na China, a seca tardia pode ter impactado o desenvolvimento pré-inverno do trigo em algumas áreas do norte, embora a umidade do solo ainda possa estar em boas condições.
"Esta safra vai depender se as chuvas iniciais da primavera vão corresponder às expectativas de produtividade", disse a agência de meteorologia Meteorlogix.
A nevada na Europa ajudou as plantações mais jovens de trigo a resistirem à temperaturas congelantes em principais produtores da União Europeia como a França e Alemanha, mas está contribuindo para atrasos do plantio que ameaçam a próxima safra da Itália.

LA NIÑA
O fenômeno climático La Niña, o qual tem levantando preocupações com as safras de milho e soja da Argentina, pode atingir o país sul-americano novamente na temporada e provocar danos ainda piores a produtividade, disse um especialista em meteorologia.
Eduardo Sierra, um conselheiro de clima da Bolsa de Grãos de Buenos Aires, disse que o La Niña pode reduzir a produtividade da soja em pelo menos 15 por cento. O La Niña provocou acentuadas perdas de safra na Argentina na colheita 2008/09.

ENERGIA
A demanda por energia cresce durante o inverno no hemisfério norte. Em algumas partes da China, o carvão, petróleo e gás podem ficar escassos durante os próximos meses de inverno, disse um importante órgão de planejamento econômico do país em comunicado.
Nos Estados Unidos, o tempo frio deve estimular uma queda dos estoques de derivados de petróleo de 500 mil barris. Os dados sobre as reservas norte-americanas de petróleo serão divulgados nesta quarta-feira.
As frentes frias nos EUA e na Europa ajudaram a elevar os futuros do petróleo negociados no mercado norte-americano para a máxima de 26 meses no início deste mês.



Reuters

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Modinha

Modinha



Composição: Sérgio Bittencourt
Interpretação: Altemar Dutra e Nelson Gonçalves


Olho a rosa na janela
Sonho um sonho pequenino
Se eu pudesse ser menino
Eu roubava essa rosa,
E ofertava todo prosa
À primeira namorada
E nesse pouco ou quase nada,
Eu dizia o meu amor, o meu amor...

Olho o sol findando lento
Sonho um sonho de adulto,
Minha voz, na voz do vento,
Indo em busca do teu vulto,
E o meu verso em pedaços,
Só querendo o teu perdão,
Eu me perco nos teus braços,
E me encontro na canção...
Ai, amor, eu vou morrer,
Buscando o teu amor,
Ai, amor eu vou morrer,
Buscando o teu amor...
Ai, amor, eu vou morrer,
Buscando o teu amor,
Ai, amor eu vou morrer,
Buscando o teu amor...

Descoberta em Vênus gera alerta à Terra.


Uma misteriosa camada de dióxido sulfúrico de grande altitude descoberta pelo satélite Venus Express, da ESA - a agência espacial européia -, em Vênus, foi finalmente explicada, após dois anos de sua descoberta. Segunda a ESA, a descoberta serve como um aviso contra a ejeção de gases na nossa atmosfera.
Vênus é coberto por ácido sulfúrico que bloqueia a visão de sua superfície. As nuvens são formadas entre 50 e 70 km de altura, quando o dióxido sulfúrico dos vulcões se junta ao vapor de água, formando o ácido sulfúrico. O dióxido que sobra do processo deveria ser destruído pela intensa radiação solar. Portanto, quando, em 2008, o satélite Venus Express detectou a existência dessa camada, criou-se um mistério. De onde esse dióxido sulfúrico sai para formara a camada que fica entre 90 km e 110 km da superfície do planeta?
Simulações de computador feitas por Xi Zhang, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Estados Unidos, e outros cientistas do país, da França e de Taiwan, mostram que gotas de ácido sulfúrico podem evaporar em grandes altitudes, liberando gases de ácido que se quebram na luz do Sol e que se transformam em dióxido sulfúrico.
Com essa nova descoberta, a preocupação sobre as mudanças climáticas da Terra aumentam. As experiências para a diminuição das mudanças, segundo os cientistas, podem não estar funcionando, como pensado originalmente. "As novas descobertas também significam que o ciclo atmosférico do enxofre é mais complicado do que pensávamos", diz Håkan Svedhem, cientista do projeto Venus Express.
O vencedor do prêmio Nobel, Paul Crutzen, defendeu recentemente que ejetar artificialmente grandes quantidades de dióxido sulfúrico na atmosfera da Terra a 20 km de altura para conter o aquecimento global resulta no aumento de gases que causam o efeito estufa. Esse gás forma pequenas gotas de ácido sulfúrico, iguais aos encontrados em Vênus. Essas gotas formam uma camada que reflete os raios do Sol, gelando o planeta em aproximadamente 0,5 °C.
Contudo, o estudo indica que a evaporação de ácido sulfúrico em Vênus sugere que esse projeto pode não dar certo, já que não sabemos quanto tempo essa camada protetora levará para se transformar em dióxido sulfúrico. E o pior, uma camada desse gás pioraria o efeito estufa, já que permite a passagem de todos os raios solares.
"Nós precisamos estudar detalhadamente as potenciais consequências de uma camada artificial de enxofre na atmosfera da Terra", diz Jean-Loup Bertaux, da Universidade de Versailles-Saint-Quentin, na França, que também participa do projeto.
Para esse estudo, o satélite venus Express passa a ser de fundamental importância, pois como a natureza causa, também, a existência da camada de gases, os cientistas ainda não precisam realizar experimentos mais detalhados, podem apenas examinar os efeitos pelo satélite.



O Dia Online

"O Discurso do Rei" lidera indicações ao Globo de Ouro 2011

Cotado para as categorias principais do Globo de Ouro 2011, o britânico "O Discurso do Rei" surpreendeu e liderou as indicações da 68ª edição do prêmio entregue pela Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood, que agracia os melhores do cinema e TV. Estrelado por Colin Firth, o filme sobre o rei inglês Jorge VI, famoso por sua gagueira, vai disputar sete estatuetas, enquanto "A Rede Social", de David Fincher, e "O Vencedor", de David O. Russell, apenas seis.
Os indicados foram anunciados na manhã desta terça-feira (14) em uma coletiva de imprensa em Beverly Hills, na Califórnia, apresentada por Katie Holmes, Josh Duhamel e Blair Underwood. Considerado a principal prévia do Oscar – apesar dos vencedores não serem todos os mesmos –, o Globo de Ouro dá fôlego para os concorrentes sem apoio dos grandes estúdios chegarem a mercados internacionais e conseguirem maior bilheteria. É o caso, por exemplo, de "O Discurso do Rei", que havia ganho o Festival de Toronto, primeiro grande evento do calendário de premiações. O filme estreia no Brasil no dia 4 de fevereiro.
Ainda entre os principais destaques da festa estão "Cisne Negro", de Darren Aronofsky ("O Lutador"), "Minhas Mães e Meu Pai" (com Annette Bening e Julianne Moore na disputa por melhor atriz de comédia) e "A Origem", todos com quatro indicações, e "Alice no País das Maravilhas" e "127 Horas", com três. O faroeste "Bravura Indômita", nova produção dos irmãos Coen, remake do clássico protagonizado por John Wayne, saiu de mãos abanando.
Ao lado de Firth, concorrem na categoria de melhor ator - drama Jesse Eisenberg ("A Rede Social"), James Franco ("127 Horas", nova produção de Danny Boyle), Ryan Gosling ("Blue Valentine") e Mark Wahlberg ("O Vencedor"). Na categoria de atriz, estão Michelle Williams ("Blue Valentine"), Halle Berry ("Frankie & Alice"), Nicole Kidman ("Rabbit Hole"), Jennifer Lawrence ("Inverno da Alma") e Natalie Portman ("Cisne Negro").
Johnny Depp ganhou indicação dupla para melhor ator - comédia ou musical, por seus papéis em "Alice no País da Maravilhas" e "O Turista", que estreia em janeiro. "Toy Story 3" é o franco favorito ao prêmio de melhor animação (que teve o francês "O Mágico" entre as surpresas), enquanto a estatueta de melhor filme estrangeiro tem grandes chances de cair no colo do mexicano Alejandro González Iñárritu ("Babel"), por "Biutiful", com Javier Bardem.
Na televisão, "Mad Men", soberano no Emmy e Globo de Ouro desde 2008, vai encontrar adversários novos pelo prêmio de melhor série - drama, entre eles os elogiados "The Walking Dead" e "Boardwalk Empire", produzido por Martin Scorsese (cujo último filme, "Ilha do Medo", foi ignorado pelos votantes). Nas comédias, a disputa deve ficar polarizada entre "Glee", "The Bing Bang Theory" e "30 Rock".
O prêmio Cecil B. De Mille, concedido anualmente a uma personalidade da indústria do cinema pelo conjunto da obra, será entregue ao ator Robert De Niro, grande homenageado da noite. A cerimônia, pelo segundo ano, vai ser apresentada pelo ator britânico Ricky Gervais. A entrega do Globo de Ouro, o terceiro programa com maior audiência da TV norte-americana, será realizada no dia 16 de janeiro, em Los Angeles.


Último Segundo

Fed mantém juro e diz que retomada está muito lenta


O Federal Reserve disse nesta terça-feira que a recuperação econômica ainda está muito lenta para reduzir a taxa de desemprego, reafirmando seu compromisso de comprar 600 bilhões de dólares em títulos para estimular o crescimento da economia e a geração de empregos.
O banco central norte-americano também manteve a taxa básica de juros entre zero e 0,25 por cento.
Em comunicado que pouco reconheceu recente melhora nos dados macroeconômicos e focou no desemprego elevado, o Fed caracterizou a expansão dos Estados Unidos como "em continuação", uma modesta melhora ante sua descrição de novembro, quando classificou a retomada como "lenta".
Embora a reunião provavelmente tenha envolvido certa reavaliação das perspectivas econômicas para explicar os efeitos das propostas de novos cortes tributários, o Fed observou que as medidas de inflação continuam apontando para baixo desde o último encontro.
"A recuperação econômica segue, embora a um ritmo que tem sido insuficiente para reduzir o desemprego", disse o Fed em um comunicado no final de sua reunião de política monetária, que durou um dia.
O presidente do Fed de Kansas City, Thomas Hoenig, novamente discordou da decisão.
No início do mês passado, o BC dos EUA lançou um polêmico programa de compra de 600 bilhões de dólares em títulos de longo prazo do Tesouro norte-americano até o próximo ano, numa tentativa de dar suporte à fraca recuperação econômica, que não tem conseguido gerar empregos.
A iniciativa foi alvo de críticas por analistas, que temem que o programa possa estimular a inflação ou provocar uma rodada de desvalorização de outras moedas, reduzindo a competitividade destas.
Desde que o banco central lançou o programa, os dados macroeconômicos conhecidos se mostraram bastante positivos. As fortes vendas no varejo norte-americano em novembro, divulgadas nesta terça-feira, são mais uma evidência de que a recuperação está ganhando ritmo.
Além disso, um acordo entre a Casa Branca e os republicanos no Congresso para estender cortes de impostos adotados no governo do ex-presidente Barack Obama incluiu uma surpreendente redução nos impostos na folha de pagamento, o que pode dar um inesperado impulso à ecomomia.
Alguns analistas dizem que o acordo pode acelerar o crescimento econômico no próximo em até um ponto percentual.
Os formuladores de política monetária provavelmente avaliaram um salto nos rendimentos dos Treasuries de prazo mais longo, movimento que vai na contramão dos esforços do Fed ao realizar as compras de títulos, que visam diminuir as taxas de juros.
Os yields dos Treasuries de 10 anos, referência do mercado, estão em níveis não vistos desde maio.
É difícil avaliar, no entanto, quanto desse aumento decorre das críticas políticas à segunda rodada de compra de ativos, que pode ter levado investidores a questionar o apetite do Fed de estender o programa de flexibilização monetária.
Também não se sabe quanto da alta nos rendimentos é devido às preocupações com a inflação e à maciça dívida dos EUA, e quanto pode ser atribuído à expectativa de forte crescimento do país.
Apesar dos sinais indicarem que a retomada está ganhando força, o desemprego tem se mantido por meses próximo a 10 por cento, enquanto o núcleo da inflação vem oscilando nas mínimas recordes.



Reuters

Nordeste é a região onde mais cresce volume de visitas a sites no país


É no Nordeste que mais cresce o número de visitas a páginas da internet no Brasil, revelou nesta terça-feira a pesquisa Hitwise da consultoria Serasa Experian.
Puxada pela Bahia, a expansão da região nos últimos seis meses foi de 7,53%, atingindo 13% de participação no tráfego de visitas nacional. Mas o Sudeste continua liderando o ranking de market share da web, com 61,11% do total.
- Temos assistido à expansão da representatividade do Nordeste na economia brasileira, mas até agora não havia dados concretos de como isso se manifesta nos acessos à internet. Com a pesquisa, agora essa relação fica clara - Juliano Marcilio, presidente de serviços de marketing da Serasa Experian para América Latina. - O avanço econômico permite um consumo maior, o que também é verdade no campo da internet.
Todos os estados nordestinos apresentaram crescimento nos acessos. A Bahia registrou a quarta maior expansão da região (7,71%) mas, dada a sua representatividade (4,43% dos acessos no país), foi a maior responsável pelo crescimento do Nordeste. O ranking da região foi encabeçado por Rio Grande do Norte (expansão de 10,10%), Paraíba (9,14%) e Pernambuco (8,39%). O Piauí segurou a lanterna regional, com aumento de apenas 0,40% no tráfego de visitas.

Rio: expansão na contramão dos maiores estados do Sudeste

O Sudeste perdeu representatividade no tráfego brasileiro, recuando 0,73%. O market share de São Paulo e Minas Gerais reduziram em 3,94% e 2,20%, respectivamente. Já o Rio de Janeiro apresentou expansão de nível comparado aos de estados nordestinos: 9,34%, a terceira maior do país, atrás apenas de Amapá (12,13%) e Rio Grande do Norte (10,10%). O Espírito Santo aumentou suas visitas em 5,66%.
- Acho que a expansão do Rio está ligada às boas notícias que tem acontecido no estado, como avanços na segurança pública e a proximidade da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Ao lado do cenário econômico, isso gera uma sensação de otimismo que impulsiona as pessoas a buscarem informações na internet.
Mesmo assim, São Paulo permanece disparado como líder de acessos, com peso de 36,29% no tráfego nacional, seguido por Rio (13,40%) e Minas Gerais (9,41%).
A região Centro-Oeste foi a que mais encolheu, reduzindo sua participação em 2,09% e ficando agora com 7,48% do total. O Sul recuou 1,88% e tem hoje fatia de 15,7% no volume de visitas. A região Norte manteve-se estável, com 2,71%.
- A expansão do Nordeste e o encolhimento dos pesos de Sudeste e Sul são uma tendência. O comportamento reflete investimentos em infraestrutura nos estados nordestinos, o que permite maio acesso e velocidade na internet - disse o presidente de serviços de marketing da Serasa Experian. - Existindo infraestrutura, as pessoas vão usar. Não há ociosidade na internet. Quanto maior a velocidade mais páginas visitadas, mais informações acessadas. E as pessoas tem apetite por informação.
O estudo comparou o comportamento do internauta em dois períodos: nas 12 semanas encerradas em 5 de junho e nas 12 semanas anteriores a 4 de dezembro. A análise monitorou como cerca de 500 mil pessoas interagem com uma lista de 270 mil sites. O levantamento não considera acessos via celular, apenas por meio de computadores.
A pesquisa cruza os endereços de IP dos internautas com uma série de outras variáveis para traçar uma análise geográfica dos acessos. É a primeira vez que a empresa divulga estudo sobre a internet com esse nível de detalhamento.
Segundo Marcilio, todos os internautas monitorados aderiram voluntariamente à pesquisa, e não há risco de invasão ou vazamento das suas informações privadas.



O Globo

Voyager chega perto da fronteira do Sistema Solar


A sonda espacial Voyager 1, lançada há 33 anos, está perto da fronteira do Sistema Solar.
A 17,4 bilhões de quilômetros de casa, a sonda é o objeto feito pelo homem mais distante da Terra e começou a identificar uma mudança nítida no fluxo de partículas à sua volta.
Estas partículas, emanadas pelo Sol, não estão mais se dirigindo para fora e sim se movimentando lateralmente.
Isso significa que a Voyager deve estar muito perto de dar o salto para o espaço interestelar - o espaço entre as estrelas.
Edward Stone, cientista do projeto Voyager, elogiou a sonda e as incríveis descobertas que ela continua enviando à Terra.
"Quando a Voyager foi lançada, a era espacial tinha apenas 20 anos de idade, então não era possível prever que uma sonda espacial pudesse durar tanto tempo", disse ele à BBC.
"Não tínhamos ideia do quanto teríamos que viajar para sair do Sistema Solar. Sabemos agora que em aproximadamente cinco anos devemos estar fora do Sistema Solar pela primeira vez."

'Partículas carregadas'
A Voyager 1 foi lançada no dia 5 de setembro de 1977, enquanto sua sonda gêmea, a Voyager 2, foi enviada ao espaço pouco antes, em 20 de agosto de 1977.
O objetivo inicial da Nasa era inspecionar os países Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, uma tarefa concluída em 1989.

As sondas gêmeas foram então enviadas na direção do centro da Via Láctea.

Abastecidos por suas fontes radioativas de energia, os instrumentos das sondas continuam funcionando bem e enviando informações à Terra, apesar de que a vasta distância envolvida significa que uma mensagem de rádio precisa viajar cerca de 16 horas.
As últimas descobertas vêm do detector de partículas de baixa energia da Voyager 1, que tem monitorado a velocidade dos ventos solares.
Esta corrente de partículas carregadas forma uma bolha em torno do nosso Sistema Solar conhecido como heliosfera. Os ventos viajam a uma velocidade "supersônica" até cruzar uma onda de choque no encontro com as partículas interestelares.
Nesse ponto, o vento reduz sua velocidade dramaticamente, gerando calor. A Voyager determinou que a velocidade do vento em sua localização chegou agora a zero.

Corrida
"Chegamos ao ponto em que o vento solar, que até agora tinha um movimento para fora, não está mais se movendo para fora; está apenas de movendo lateralmente para depois acabar descendo pelo rabo da heliosfera, que é um objeto com forma de cometa", disse Stone, que é baseado no Instituto de Tecnologia da Califórnia, em Pasadena.
O fenômeno é a consequência do vento indo de encontro à matéria vinda de outras estrelas. A fronteira entre os dois é o fim "oficial" do Sistema Solar, a heliopausa. Uma vez que a Voyager passar por isso, estará no espaço interestelar.
Os primeiros sinais de que a Voyager havia encontrado algo novo apareceram em junho. Vários meses de coleta de novos dados foram necessários para confirmar a observação.
"Quando percebi que estávamos recebendo zeros definitivos, fiquei maravilhado", disse Rob Decker, um pesquisador da Universidade Johns Hopkins que trabalha com o detector de partículas de baixa energia da Voyager.
"Ali estava a Voyager, uma sonda espacial que tem sido um burro de carga há 33 anos, nos mostrando algo completamente novo mais uma vez."

Ultimo Segundo

Brasil reduz desnutrição infantil e atinge meta da ONU


O Brasil reduziu a desnutrição infantil e atingiu a meta fixada pela Organização das Nações Unidas (ONU) no pacote de objetivos do milênio. Para o Ministério da Saúde, que nesta terça-feira divulgou o relatório Saúde Brasil 2009, o problema está superado no país. Em 1974, 18,4% das crianças com menos de cinco anos tinham déficit de peso, percentual que caiu para 1,8%. 
Também houve queda no déficit de altura, que passou de 22% para 6,7% no período. Nas reuniões mais vulneráveis, as internações por desnutrição reduziram à metade entre 2003 e o ano passado.
Pelas projeções do governo, o país deve alcançar a meta para as taxas de mortalidade infantil e da infância em 2012, três anos antes do prazo fixado pela ONU. Entre 1990 e 2008, a mortalidade infantil estava em 47,1 por mil nascidos vivos em 1990, passando a 19 em 2008. A intenção é chegar a 15,7.
O estudo mostra ainda que as mulheres vêm tendo menos filhos, especialmente as adolescentes. De 2000 a 2008, a quantidade de partos caiu 10%, de 3,2 milhões para 2,9 milhões. Nada menos que 93% dessa variação se concentrou entre as mães com 15 a 24 anos.
- Isso se refere a uma série de medidas de acesso à informação, acesso a métodos anticoncepcionais, apesar da resistência de setores conservadores ainda existentes na sociedade brasileira - afirmou o ministro José Gomes Temporão.
Contudo, um quinto dos partos ainda ocorre entre mulheres de 15 a 19 anos e 29% de 20 a 24, o que, para o ministério, é alto.
A despeito das políticas públicas, aumentou a proporção de cesarianas. Elas representavam 38% dos partos em 2000 e, em 2007, 47%. Os bebês nascidos assim têm mais baixo peso. Temporão explica que as causas do aumento serão investigadas. O crescimento tem se concentrado, segundo o ministério, nos serviços privados de saúde.
O levantamento também mostrou que os homens jovens são as principais vítimas de violência. As mortes por doenças crônicas, como neoplasias, diabetes e males cardiovasculares, caíram 17% entre 1996 e 2007.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta terça-feira que deixará para o Governo da presidente eleita, Dilma Rousseff, um plano para combater o que qualificou de "epidemia de obesidade" no país.
Segundo dados oficiais, 17% dos brasileiros maiores de 20 anos são obesos e a taxa já atinge 12% das crianças entre cinco e nove anos.
"O assunto deverá ser debatido com a maior seriedade pelo próximo Governo", indicou Temporão em relação à Dilma, que assumirá a Presidência no dia 1º de janeiro substituindo Luiz Inácio Lula da Silva.
Na opinião do ministro, o aumento da taxa de obesidade supõe que o país "está sentado em cima de uma bomba-relógio que vai a explodir dentro de 20 anos".
Segundo o Ministério da Saúde, o aumento do número de obesos, que quase duplicou nas últimas duas décadas, obedece a alterações dos hábitos de alimentação e à progressiva substituição de alimentos naturais por produtos industrializados que contêm altas taxas de calorias.
Outro agravante, segundo as autoridades, está na falta de exercícios físicos.
De acordo com os dados oficiais, só 10,2% dos brasileiros mantém uma atividade física regular.



O Globo

domingo, 12 de dezembro de 2010

Professor da UnB alerta para a incidência da nova doença


Uma nova doença vinda do Sudeste Asiático acaba de ser identificada no Brasil: a chikungunya, que pode ser transmitida pelo mesmo mosquito da dengue, o Aedes aegypti, causa febre alta e dores muito fortes nas articulações, que podem durar até seis meses, mas não é tão fatal quanto a dengue. A informação foi dada pelo professor Pedro Luiz Tauil, do Núcleo de Medicina Tropical da Universidade de Brasília, ao afirmar que exames confirmaram a presença do vírus em três pacientes. O primeiro caso confirmado, em 25 de agosto, foi de um surfista do Rio, de 41 anos, que esteve na Indonésia.
O segundo caso, um homem de São Paulo, com 55 anos, que também esteve na Indonésia, foi diagnosticado em 29 de setembro. O terceiro, confirmado dia 3 de dezembro, é de uma mulher. Ela tem 25 anos, mora em São Paulo e viajou para a Índia. Eles entraram no Brasil infectados pelo vírus. Esta é a primeira vez que a presença da chikungunya é confirmada no país.
Taui esclarece que não há motivo para alarde. “Os casos graves de chikungunya são bem mais raros do que os de dengue", afirma. É uma doença aparentemente mais benigna que a dengue. Sua ocorrência está restrita ao Sudeste Asiático. Os casos identificados aqui são importados da região”.
Ainda de acordo com ele, as dores articulares causadas pela doença são tão intensas que deixam as vítimas encurvadas. "A pessoa fica meio inclinada por causa das dores. O doente precisa tomar analgésicos”.

Brasil conseguirá tratar
Como ocorre com a dengue, o tratamento é manter o paciente bem hidratado. Ele diz que o Brasil já está preparado para fazer o diagnóstico da chikungunya. “Existem laboratórios de referência do Ministério da Saúde que são capazes de fazer os exames, entre eles o Instituto Evandro Chagas, em Belém. Eles confirmaram esses três casos”. A chikungunya foi identificada pela primeira vez na década de 1950. O professor relata que o vírus tem assustado os governos da França, Espanha e Itália. "Eles estão muito preocupados, porque eles podem ter casos adquiridos no próprio território", explica.


Coletivo


Conselho de Educação quer fim de reprovação até o 3º ano

Em novas diretrizes curriculares para ensino fundamental de nove anos, órgão determina alfabetização plena até 8 anos de idade



As novas diretrizes curriculares para o ensino fundamental de nove anos foram aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). Uma das determinações do órgão é que todos alunos devem ser plenamente alfabetizados até os 8 anos de idade. O CNE ainda “recomenda fortemente” que as escolas não reprovem os alunos até o 3° ano dessa etapa.
O parecer já foi homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e deve ser publicado na próxima terça-feira no Diário Oficial da União. “Nossa orientação é muito clara: todas as crianças têm direito de aprender e as escolas devem assegurar todos os meios para que o letramento ocorra até os 8 anos de idade. Não é uma concepção simplista de que defendemos a aprovação automática”, explica o conselheiro César Callegari, relator do processo.
O parecer recomenda que os três primeiros anos do ensino fundamental sejam considerados um bloco único, um ciclo de aprendizagem. Durante esse período, a escola deve acompanhar o desempenho de cada aluno para garantir que ele seja alfabetizado na idade correta. O texto ressalta também que cada criança tem um ritmo diferente nesse processo, que, por isso, deve ser contínuo.
"Assim como há crianças que depois de alguns meses estão alfabetizadas, outras requerem de dois a três anos para consolidar suas aprendizagens básicas, o que tem a ver, muito frequentemente, com seu convívio em ambientes em que os usos sociais da leitura e escrita são intensos ou escassos, assim como com o próprio envolvimento da criança com esses usos sociais na família e em outros locais fora da escola", diz o documento
“A descontinuidade e a retenção de alunos têm significado um grande mal para o país. Sobretudo para crianças nessa fase, não tem cabimento nenhum atribuir à criança a insuficiência da aprendizagem quando a responsabilidade é da escola”, defende o conselheiro César Callegari.

Disciplina

O parecer determina quais são as disciplinas básicas do ensino fundamental, atualizando o currículo após a criação de leis que tornaram obrigatório, por exemplo, o ensino da música. O próximo passo do conselho, segundo Callegari, será determinar “expectativas de aprendizagem” para cada fase, ou seja, o que cada criança brasileira tem o direito de aprender em cada série ou bloco. O Ministério da Educação (MEC) está trabalhando nisso junto com estados, municípios e pesquisadores.
“Isso tem a ver com a subjetividade do direito, as crianças têm direito não só à educação, mas à aprendizagem. Nós temos que dizer com clareza quais são essas expectativas para que todos se comprometam com a sua realização”, afirma.
O conselheiro acredita que essa definição irá orientar a organização dos currículos, que, na opinião dele, hoje se pautam por avaliações como a Prova Brasil e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “É uma inversão completa. São os currículos que devem orientar as avaliações e não o contrário. Queremos que as escolas e sistemas de ensino construam seus currículos, mas a partir dessas expectativas. Isso é particularmente importante neste momento em que vivemos uma fragilidade na formação inicial dos professores”, avalia.


Último segundo

O Corte final

Através da lente olho-de-peixe de olhos manchados de lágrimas

Mal consigo definir o formato deste momento no tempo
E bem longe de estar voando alto em claros céus azuis
Estou caindo em espiral para o buraco no chão onde me escondo

Se você negociar o campo minado junto à alameda
E vencer os cães e tapear os frios olhos eletrônicos
E se você conseguir passar pelas espingardas no saguão
Disque a combinação, abra o esconderijo
E se eu estiver lá dentro, te direi o que está atrás da parede

Há um garoto que teve uma grande alucinação
Fazendo amor com mulheres em revistas
Ele se pergunta se você está dormindo com sua fé recém-encontrada
Será que alguém poderia amá-lo
Ou é apenas um sonho louco?

E se eu te mostrasse meu lado escuro
Você ainda desejaria me abraçar esta noite?
E se eu abrisse meu coração para você
E te mostrasse meu lado fraco
O que você faria?
Venderia sua reportagem para a Rolling Stone?
Levaria as crianças embora
E me deixaria sozinho
E sorriria tranquilamente
Enquanto sussurra ao telefone?
Você me enxotaria?
Ou me levaria para casa?

Pensei que devesse revelar meus pensamentos
Pensei que devesse rasgar a cortina até arrancá-la
Segurei a lâmina com as mãos trêmulas
Preparando para acertar, mas aí então o telefone tocou
Nunca tive coragem de fazer o corte final
Olá? Ouça, eu acho que peguei. Ok, ouça, é um HaHa.



Pink Floyd

Foguete brasileiro é lançado com sucesso de Alcântara


Foi lançado ao ar com sucesso neste domingo, 12, do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, o foguete de médio porte VSB-30. Desenvolvido por técnicos brasileiros, o veículo foi projetado para ter uma autonomia de voo de 250 quilômetros e carregar até 400 quilos. Inicialmente, o lançamento do VSB-30 estava previsto para as 10 horas de hoje (11 horas de Brasília), mas segundo a assessoria de imprensa da CLA, por conta de uma questão técnica, o lançamento ocorreu às 12h30 no horário local (13h30 de Brasília).
Apesar de ter autonomia de 250 quilômetros de voo, o foguete brasileiro percorreu uma distância de 100 quilômetros de altitude, levando dez experimentos de universidades, institutos de pesquisas e alunos do ensino fundamental que integram os programas desenvolvidos pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), para serem submetidos a testes no ambiente de microgravidade, que se encontra a partir dos 100 quilômetros de altura.
Por volta das 15 horas (de Brasília), depois do sucesso de lançamento e retorno do BSB-30 à Terra, foi iniciado o processo de recuperação da carga útil do foguete. Ou seja, os dez experimentos que foram submetidos ao ambiente de microgravidade caíram no mar e estão sendo resgatados numa operação que envolve helicópteros da Aeronáutica.
De acordo com a assessoria de imprensa do CLA, por ter experimentos, a carga útil do foguete não pode ficar no mar. Os resultados sobre como se comportaram os experimentos no ambiente de microgravidade serão conhecidos posteriormente.


Estadão




Compra de mísseis por Venezuela preocupa EUA, diz WikiLeaks


Os Estados Unidos tentaram impedir a
entrega de mísseis antiaéreos russos à Venezuela em 2009 devido a preocupações de que Caracas poderia repassá-los às guerrilhas marxistas na Colômbia ou a traficantes de drogas mexicanos, disse neste domingo o The Washington Post, citando vazamento de informações pelo Wikileaks.
A Venezuela --onde o presidente Hugo Chávez lidera um governo com forte sentimento contra os EUA-- recebeu pelo menos 1.800 de mísseis SA-24 da Rússia, disse o jornal, citando dados da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre controle de armas.
As comunicações secretas norte-americanas diziam que o país estava preocupado com a aquisição de armamento russo por Caracas, incluindo helicópteros, caças Sukhoi e 100 mil fuzis Kalashnikov, segundo o jornal.
O veículo citou uma informação do Departamento de Estado dos EUA de 10 de agosto de 2009 direcionada à Europa e à América do Sul dizendo que as vendas de armas russas à Venezuela somaram "mais de 5 bilhões de dólares no ano passado e que elas estão crescendo".
A preocupação com os planos espanhóis para vender aviões e barcos de patrulha para a Venezuela também foi citada na mensagem.
A Rússia reportou ao Registro de Armas Convencionais da ONU no início deste ano que as compras totalizaram 1.800 mísseis, disse o The Washington Post. O general da Força Aérea dos EUA Douglas Fraser disse publicamente neste ano que a Venezuela poderia comprar até 2.400 mísseis, segundo o jornal.
O especialista em mísseis Matt Schroeder, da federação de cientistas norte-americanos, em Washington, afirmou ao jornal que os mísseis russos estão entre os mais sofisticados do mundo e que podem derrubar aviões a quase 6.000 metros.
"É a maior transferência registrada no banco de dados de armas da ONU em cinco anos, pelo menos", afirmou Schroeder, segundo o jornal.



Reutes

sábado, 11 de dezembro de 2010

MENCIONAR O FERRO

MENCIONAR O FERRO


Mencionar o ferro é expô-lo
à dura nudez de palavra
no registro encerrada, sílabas
articulando matéria, antimatéria.
Em que categoria confinar o ferro
todo o ferro que há no mundo,
insuspeito?
Se em uma só palavra, e curta,
traz a geografia de mundos, estrelas?
O ferro do despeito
vaza a sintaxe,
fere e desnorteia.
Não é o ferro palatável, o ferro
que a todos resume, paroxítono.
Dizer o ferro é lambê-lo,
comê-lo, fruta escura,
é atividade carnal, antes
tenso combate subterrâneo
que se trava, ou melhor, se turva
entre noite e sombra nos edifícios.
Mas já um sal do ferro convida
a dobrar o ferro utilitário
a romper o ferro posto
vingar-lhe o porte mortuário
mencionar o ferro é mudá-lo
em terrena dor de gente;
é fecundar-lhe o ventre
divergente e proletário.



Ricardo Rizzo

O que é cidadania


A história da cidadania confunde-se em muito com a história das lutas pelos direitos humanos. A cidadania esteve e está em permanente construção; é um referencial de conquista da humanidade, através daqueles que sempre lutam por mais direitos, maior liberdade, melhores garantias individuais e coletivas, e não se conformam frente às dominações arrogantes, seja do próprio Estado ou de outras instituições ou pessoas que não desistem de privilégios, de opressão e de injustiças contra uma maioria desassistida e que não se consegue fazer ouvir, exatamente por que se lhe nega a cidadania plena cuja conquista, ainda que tardia, não será obstada. Ser cidadão é ter consciência de que é sujeito de direitos. Direitos à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade, enfim, direitos civis, políticos e sociais. Mas este é um dos lados da moeda. Cidadania pressupõe também deveres. O cidadão tem de ser cônscio das suas responsabilidades enquanto parte integrante de um grande e complexo organismo que é a coletividade, a nação, o Estado, para cujo bom funcionamento todos têm de dar sua parcela de contribuição. Somente assim se chega ao objetivo final, coletivo: a justiça em seu sentido mais amplo, ou seja, o bem comum.

O termo cidadania parece ter caído nas graças daqueles que têm na comunicação o instrumento de trabalho, como políticos, dirigentes, comunicadores, sociólogos e outros profissionais que, de alguma forma, interagem no meio social. Em seu ensaio a Veja, edição de 22/10/03, Roberto Pompeu de Toledo, ao fazer uma crítica ao comportamento do brasileiro, quando este se julga “estar por cima” e usa da impontualidade como meio de dominação, refere-se à pontualidade como expressão de igualitarismo. E acrescenta: “É, para usar detestável palavrão em voga, uma manifestação de ‘cidadania’. Na pontualidade, duas pessoas chegam junto.”. Considerada palavra “gasta”, ou não, o fato é que a cidadania é parâmetro balizador da história do homem enquanto ser social. Mesmo que, inconscientemente, o homem, na sua caminhada ao longo da História, sempre manteve a cidadania como questão central das suas lutas, como se verifica ao se recuar nos primórdios da humanidade.
A luta pela cidadania estava presente no profetismo hebreu. Os contemporâneos de Aristóteles e Platão organizavam-se para a prática da cidadania. A Roma de Cícero, através do Direito, da civitas, contribuiu significativamente na discussão dos direitos civis e políticos do cidadão. Essas histórias de lutas humanas em busca de reconhecimento de direitos do homem como cidadão, passa também pelo medievo, onde deixam vestígios os mais profundos. Em seguida, pelas revoluções burguesas, pelas lutas sociais dos séculos XIX e XX e até nossos dias. A auto-afirmação continua sendo perseguida, dia a dia, através de incansáveis batalhas contra todo tipo de iniqüidades, injustiças, opressão, etc., perversões que insistem em obstruir as ações humanas em prol de uma sociedade mais igualitária e feliz.
A história da cidadania confunde-se em muito com a história das lutas pelos direitos humanos. A cidadania esteve e está em permanente construção; é um referencial de conquista da humanidade, através daqueles que sempre buscam mais direitos, maior liberdade, melhores garantias individuais e coletivas, e não se conformam frente às dominações arrogantes, seja do próprio Estado ou de outras instituições ou pessoas que não desistem de privilégios, de opressão e de injustiças contra uma maioria desassistida e que não se consegue fazer ouvir, exatamente por que se lhe nega a cidadania plena cuja conquista, ainda que tardia, não será obstada.


Marcos Silvio de Santana

Acordo climático ganha amplo apoio, mas Bolívia se opõe


Os Estados Unidos, a China, o Brasil e dezenas de outros países apoiaram nesta sexta-feira um plano para diminuir o aquecimento global durante as reuniões da COP-16, e apenas a Bolívia condenou um acordo que precisa do apoio de todos para ter sucesso.
Perto do final de duas semanas de conversas envolvendo quase 200 países, muitos ministros do Meio Ambiente elogiaram uma proposta do México para quebrar um impasse entre as nações ricas e as pobres sobre corte nas emissões da gases causadores do efeito estufa pelos países desenvolvidos, previsto no Protocolo de Kyoto.
O acordo proposto não inclui um compromisso para estender o protocolo além de 2012, quando ele vai expirar, mas evita o fracasso das negociações sobre mudanças climáticas e proporciona alguns pequenos avanços na proteção ao meio ambiente.
Elas incluem o estabelecimento de um novo "Fundo Verde para o Clima" para ajudar os países menos desenvolvidos do mundo, pagamentos para a proteção de florestas tropicais e outro acordo para o compartilhamento de tecnologias de baixa emissão de carbono.
"O que temos agora é um texto que não é perfeito mas é certamente uma boa base para avançarmos," afirmou o enviado de clima dos Estados Unidos, Todd Stern.
Xie Zhenhua, chefe da delegação chinesa em Cancún, afirmou que Pequim apoiava a proposta: "Embora ainda haja algumas falhas, expressamos nossa satisfação com o acordo."
A China e os Estados Unidos são os dois maiores emissores de gases causadores do efeito estufa. Outros países que emitem larga escala de poluentes são os da União Europeia, a Índia, o Japão e muitas nações desenvolvidas, sendo que todos apoiaram a proposta que definitivamente encerraria uma disputa entre países ricos e pobres sobre o futuro do Protocolo de Kyoto, no próximo ano.
Mas a Bolívia classificou o pacote como inadequado e pode arruinar as negociações se continuar com essa postura, porque qualquer acordo em negociações lideradas pela ONU (Organização das Nações Unidas) precisa de unanimidade para ir em frente.
"A Bolívia não está preparada para assinar um documento que significa um aumento da temperatura média, que colocará mais pessoas perto da morte," afirmou o delegado do país, Pablo Solon.
A Bolívia tem as exigências mais severas de todas as nações em Cancún. A nação vizinha do Brasil pede para que os países ricos reduzam pela metade as emissões até 2017, em relação aos níveis de 1990. O presidente do país, Evo Morales, disse no encontro, no começo desta semana, que as políticas de clima das nações desenvolvidas estavam causando "genocídio."
Seu governo de esquerda agora deve ficar sob forte pressão para concordar com a proposta mexicana.
Os negociadores esperam que, ao encerrar a crise sobre o Protocolo de Kyoto e acertar outras medidas para limitar o impacto das mudanças climáticas, estarão contribuindo para reduzir as chances de enchentes, secas, ondas de calor e aumento no nível dos oceanos.
As conversas tinham entrado em um impasse depois que Japão, Rússia e Canadá disseram não querer uma extensão no Protocolo de Kyoto, que obriga cerca de 40 países desenvolvidos a cortar suas emissões de gases causadores do efeito estufa e só vale até 2012.
Os países em desenvolvimento alegavam que as nações ricas tinham maior responsabilidade no combate ao aquecimento global e, portanto, deveriam estender o Protocolo de Kyoto sem forçar outros países com metas de emissões de gases, que limitariam a habilidade deles em estimular o crescimento econômico e diminuir a pobreza. Assim, as nações em desenvolvimento deveriam apenas diminuir o aumento de suas emissões, em vez de cortá-las.
Os EUA nunca ratificaram o Protocolo de Kyoto. O ex-presidente George W. Bush afirmava que o projeto custaria empregos e reclamou de que a proposta tratava a China e outros países em desenvolvimento de forma muito leniente.
As negociações de Cancún têm o objetivo de reconstruir a confiança entre países ricos e pobres, depois de o presidente dos EUA, Barack Obama, e outros líderes terem falhado, no ano passado, na tentativa de chegar a um acordo em Copenhague.
As nações que apoiavam o acordo ganhavam aplausos, enquanto o boliviano Solon viu uma reação de silêncio ao criticar o projeto. A Venezuela e a Nicarágua, ambas socialistas e aliadas da Bolívia, pediram maiores análises sobre as objeções do país sul-americano.



Reuters

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O Rock in Rio só acontece em setembro e outubro do ano que vem, mas o ritmo de venda de ingressos já é intenso. Nesta sexta-feira, o evento bateu a marca de 100 mil rock in rio cards vendidos. Os tíquetes, que custam R$ 190 (inteira) e R$ 95 (meia), dão direito ao comprador de escolher a data que pretende ir ao Rock in Rio. A definição poderá ser feita a partir do dia 11 de janeiro até 31 de maio de 2011. Após este período, a escolha estará sujeita à disponibilidade para o dia.
Segundo informações da organização do evento, 62% dos compradores são de fora do Rio de Janeiro. São Paulo é responsável pela compra de 20% dos ingressos, seguido de Minas Gerais, com 14%.
Até agora, apenas 12 bandas das mais de 100 que vão se apresentar no evento estão confirmadas. São elas: Red Hot Chili Peppers, Metallica, Coldplay, Motorhead, Snow Patrol, Slipkot e Coheed and Cambria, e mais os nacionais Skank, Capital Inicial, Sepultura, NX Zero e Angra. O festival acontecerá nos dias 23, 24, 25 e 30 de setembro e 01 e 02 de outubro de 2011, no Parque Olímpico Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.


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