segunda-feira, 7 de março de 2011

Otan avalia 'opções militares' para crise na Líbia, afirma Obama


Na continuidade da revolta na Líbia, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta segunda-feira que a possibilidade de "opções militares" referentes à crise no país islâmico estão sendo avaliadas pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Ele informou ainda que deu autorização para liberar um aporte financeiro de US$ 15 milhões para socorro humanitário. Obama classificou o clima de violência como "inaceitável" e que os EUA vão ficar ao lado da população líbia.
Sobre a Otan, o presidente americano afirmou que a organização militar deve se reunir em Bruxelas (Bélgica) para discutir respostas à situação: "Enquanto isso, temos a Otan, com quem falamos, que está consultando em Bruxelas o amplo leque de potenciais opções, incluindo potenciais ações militares, como resposta à violência que continua acontecendo na Líbia", frisou, de acordo com as agências internacionais de notícias.

EUA podem armar rebeldes anti-Gadafi

O governo dos Estados Unidos afirmou ainda que está considerando a hipótese de fornecer armas para os grupos rebeldes que estão lutando contra o ditador da Líbia, Muammar Gadafi, dentre outras "opções militares". Em pronunciamento feito nesta segunda-feira, a Casa Branca confirmou está fazendo este tipo de avaliação para lidar com a crise no país, mas que não pretende se colocar à frente da rebelião.
"A opção de dar assistência militar é uma das que está na mesa, porque nenhuma opção foi removida da mesa", disse o porta-voz do governo dos EUA, Jay Carney.

 
SRZD

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