segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Situação mundial aponta para uma crise sem prescedente.

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O principal índice das ações europeias caiu ao menor nível em mais de duas semanas nesta segunda-feira, em meio a persistentes preocupações com o crescimento e com a crise de dívida na zona do euro.
Alguns bancos também foram golpeados após os Estados Unidos abrirem um processo sobre hipotecas contra algumas instituições.
O índice FTSEurofirst 300 fechou em baixa de 3,8 por cento, para 912 pontos, segundo dados preliminares. Trata-se do menor nível de encerramento desde 19 de agosto.
O índice de bancos STOXX Europe 600 recuou 5,5 por cento, para a mínima em 29 meses. Os papéis do alemão Deutsche Bank desabaram 8,3 por cento, ampliando o declínio de sexta-feira.
"Não sabemos o tamanho das acusações. Na falta de certeza, as pessoas vendem primeiro e depois fazem as perguntas", disse o presidente do departamento de ações internacionais da Legal & General, Ian King, que gerencia 573,2 bilhões de dólares em ativos.
Embora os preços dos papéis pareçam baratos, uma combinação de fatores, incluindo a crise de dívida na zona do euro, leva investidores a evitarem risco, afirmou King.
Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em baixa de 3,58 por cento, a 5.102 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 5,28 por cento, para 5.246 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 4,73 por cento, a 2.999 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 4,83 por cento, para 14.333 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 retrocedeu 4,69 por cento, a 8.066 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 encerrou em queda de 2,82 por cento, para 6.158 pontos.

Reuters

Esta entre outras notícias mostram que estamos prestes a entrar numa crise mundial sem tamanho. Os indícios são a situação pelo que passa a Europa e principalmente os Estados Unidos. E pelo que projeta não haverá muita medidas de saída. É como se fosse uma situação cíclica. Entendo que com essa situação colocará muitos países emergentes na vez, pois a crise se trata no momento dos países ricos. espero que encontrem uma saída, pois uma crise não é fácil para ninguém. Por outro lado os Países Árabes estão em processo revolucionário. Situação nunca visto antes e isto talvez dê uma luz no fim do túnel para uma situação de resolutividade do mundo globalizado.

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